Curso de Odontologia da Unoesc Joaçaba realiza a Cerimônia do Jaleco |
Não é raro ouvirmos afirmativas como Eu creio que vai chover, creio que vai fazer muito frio este ano
Sem dúvida, são opiniões que não têm nenhum compromisso com a verdade. No entanto, uma pessoa que conhece meteorologia e tem equipamentos para sondar o clima poderá afirmar se irá chover ou fazer calor nos próximos dias.
Certamente, as pessoas que têm conhecimento são as mais indicadas para opinar sobre os assuntos que dominam.
Não poderia ser diferente quanto às questões relativas às crenças religiosas.
Nesse particular, é sempre importante buscar o aprendizado com os que realmente conhecem as leis que regem o Universo.
Acreditar nessa ou naquela fórmula, nesse ou naquele movimento, numa receita qualquer de felicidade, sem exame, não é próprio de pessoas que dizemos estar em busca do real saber.
Dessa maneira, diante das prescrições fáceis, perguntemo-nos se elas realmente nos ajudarão e de que maneira. E qual será nosso crescimento efetivo.
Convenhamos que, se os cultos exteriores, as promessas simples, as palavras decoradas ditas sem emoção, trouxessem felicidade, não haveria infelizes no mundo.
Busquemos, portanto, nos ilustrarmos de forma eficaz.
Encontramos nos ensinos de Jesus informações importantes que nos ajudarão a abrir os olhos do intelecto e apreciar o mundo de uma forma mais ampla e lúcida.
A cada um segundo suas obras, esclareceu Ele. Com isso, estabeleceu claramente que cada um de nós constrói a sua própria felicidade ou desdita.
Ele possui autoridade intelecto-moral para nos orientar sobre as verdades da vida, pois já trilhou o caminho que hoje estamos percorrendo, antes mesmo da criação do planeta em que vivemos.
Ao dizer: Antes que Abraão fosse, Eu sou, Ele se referia à Sua maturidade espiritual, que foi conquistada antes dos primeiros homens habitarem a Terra.
Como Mestre, prescreveu o amor a Deus acima de tudo, e ao próximo como a si mesmo. Eis um guia seguro, que nos conduzirá à felicidade.
Amar a Deus é conhecer Suas leis e vivê-las. As leis naturais, as leis morais.
Mais do que falando, Ele exemplificou o amor, o serviço ao próximo, a humildade, demonstrando Sua grandeza.
Não aceitou para Si o título de bom, porque bom somente o Pai o é, mas se ofereceu como Modelo, dizendo: Vós me chamais mestre e senhor e dizeis bem porque Eu o sou. Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração.
Antes dEle, outros sábios viveram em nosso mundo, ensinando verdades, como Sócrates, Platão, Aristóteles. Isso nos diz que sempre tivemos bons mestres à disposição.
Assim, optemos pelo conhecimento das coisas, pela adesão ao que é bom, útil e nos faz bem, elevando-nos em intelecto e moral.
Somente o conhecimento da verdade nos fará livres. Livres de esquisitices e fórmulas sem sentido que só nos retardam o acesso à felicidade que esejamos tanto.
Pensemos em todas essas considerações, e optemos pela alternativa do conhecimento lúcido, que nos haverá de conferir fé inabalável, aquela que pode encarar a razão, face a face, em qualquer época da Humanidade.
Redação do Momento Espírita, com transcrição do Evangelho de João, cap. 8, vers. 58; cap. 13, vers. 13, e do Evangelho de Mateus, cap. 11, vers. 29
Em 10.3.2026
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