LACERDÓPOILIS CELEBRA A INAUGURAÇÃO DA QUADRA POLIESPORTIVA GUSTAVO BONAMIGO PRANDO |
Quem acompanha as redes sociais, deparou-se com o caso de Richard Rasmussen, o biólogo e influenciador que fez uma expedição na Amazônia fazendo denúncias, inclusive seu veículo quadriciclo/UTV foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR – 319. Rodovia que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO), famosa por ter um trecho de cerca de 500 km não pavimentado, e torna-se intransitável durante as chuvas (entre novembro a maio).
Contudo, este enorme percurso sem asfalto, sem sinalização e com inúmeros caminhões encalhados em nada afeta o governo, uma vez que faz valer a severidade da lei somente para o cidadão. Assim, este caso de Rasmussen, leva repensar qual o valor e papel do governo/Estado na vida do cidadão!
Nosso país vive na inversão do chamado Contrato Social, uma prerrogativa do Estado Moderno, proposto por pensadores, como John Locke, em que o cidadão paga tributo ao Estado, obedece às leis, em troca terá investimento quanto ao bem comum.
No Brasil, o governo cobra obediência cega da lei ao cidadão, neste caso a lei de trânsito não permite o tráfego em BR Federal de UTV, contudo, Rasmussen, afirma que há um rigor seletivo, pois outras infrações foram visualizadas, sem intervenção das autoridades.
A expedição do biólogo, ultrapassa a questão de trânsito, apresentando a desigualdade de condições, inclusive no tratamento de irregularidades. O caso demonstra um cidadão corajoso para mostrar o atraso, descaso e irregularidades, levando parte da nação ajoelhar-se à mercê de políticos corruptos. Qual prêmio recebe este cidadão? Enfrentar a rigorosidade da lei! A falta de infraestrutura, as barbaridades cometidas em nome da suposta e mentirosa ‘defesa do meio ambiente’ feita por ONGs inescrupulosa são questões secundárias, vale mesmo o rigor da lei!
Até quando viveremos nesta hipocrisia? Este episódio relacionado com Richard, leva-nos a lembrar da Cop30 do ano passado, quando o desgoverno tentou, mas não conseguiu mostrar, qual é a real situação do meio ambiente amazônico. E, este biólogo escancarou essa realidade, seja nas rodovias, ou falta delas, bem como quanto ao abandono da população desta região!
Enquanto no Brasil o cidadão consciente ficar com a cabeça baixa, aceitando as nocivas interferências de desgovernos que usam do povo apenas para suas propagandas políticas, sem apresentar mínimas condições para elevar a qualidade de vida de seus cidadãos, deve haver indignação, questionamento e não ter medo de expor a realidade, como fez Richard Rasmussen!
Por quais razões a população da região, por onde passava o biólogo, todos queriam tirar fotos com ele? Na verdade, há uma parte da sociedade que está acordando, pois sabe que precisa pagar inúmeros impostos, contudo não há o retorno deste investimento na melhoria de pontos essências, como saúde, educação, rodovias e tantos outros quesitos.
São quase quatro anos em que este desgoverno se omite, mascarando a realidade com entregas de míseros auxílios, que além de criar dependência, leva a destruição do próprio Estado que não soluciona questões fundamentais, como a infraestrutura da BR-319, assim, vira as costas ao povo trabalhador, seja o amazonense ou de outras partes do país! Está obvio que a prioridade destes corruptos que estão no poder federal é cobrar fabulosas impostos para dar ainda mais auxílios aos pobres (em troca de voto), bem como ter aumento na gastança do cartão corporativo do ‘casal esbanjador’ que está chegando a quase R$ 1,5 Bilhões. E, o cidadão pagador de impostos, continua sendo a vítima e o prejudicado neste nefasto e nojento sistema! Até quando?
Rasmussen mexe na ferida do problema, não apenas das estradas da Amazônia ou nas condições de vida dos indivíduos, ele mostra que essa cruel polaridade entre governo x cidadão, logo vai estourar. Será que o biólogo não pagará um preço por bater de frente com o sistema? Sei não, a vingança e as prerrogativas da lei, tratando-se de Brasil, sempre irão estar acima de tudo!
Pense nestas questões! Até o próximo!
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