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A telinha da TV

Editorial

        O meio de comunicação televisiva pode levar a programação em tempo real (ao vivo), sendo o fato transmitido em cores, som e movimentos.

        Que bom seria a televisão usasse a força da telinha para mostrar as coisas boas e não desperdiçarem o tempo com influências e formação de opinião maléfica ao público alvo.

        As novelas deixam de apresentar uma história convincente, pois se atem as cenas de amor e prostituição. Lamentavelmente, a vergonha nacional está no ar, o tal de Big Brother Brasil, em que os integrantes só faltam andar pelado diante da tela, pois tudo que é baixaria acontece dentro da casa.

        Uma mesquinharia é incentivarem a união de pessoas do mesmo sexo; chegarem a ponto de programarem um romance de uma adolescente que engravida pela segunda vez de pais diferentes; enfim, safadeza maus exemplos predominam.

        Infelizmente, os canais sem uma parabólica vêm captando mal o sinal, pois de cinco canais somente dois tem uma boa imagem. Por outro lado, faltam opções em programação, pois em certos horários não vale a pena ligar a televisão.

        Realmente, os que concordam com a fraquíssima programação e falta de pudor na TV, podem entrar para a fila da falta de cultura e dos bons princípios.  

              

 

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