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Adeus ano velho e feliz ano novo!

Editorial

 

       Tudo que passa não volta mais, mas ficam as boas e más lembranças, que sendo bem aproveitadas poderão servir de reflexão para ajudar a construir um bom e promissor futuro.

       Um ano tem 365 dias, mas se pararmos e percebermos passa quase como se fosse um piscar de olhos, ou seja, abreviando, a vida para nós simples mortais é curta.

        Somos simples e míseros mortais, então não vale a pena construir uma babilônia levando em conta que deixaremos além do túmulo. É claro que os bens materiais satisfazem plenamente nossos desejos de termos uma vida estável, porém não plena, no entanto, o dinheiro não é tudo. Também não devemos ficar tentando a todo o instante prejudicar gente de nossa mesma comunidade, pois agindo assim não estamos sabendo viver em sociedade.

         De nada adianta um cidadão ir à igreja para cumprir com a sua missão de cristão, pois assim que sai do templo procura fazer malefícios ao seu semelhante. Ser bom e justo não é uma virtude dos interesseiros e nem para aqueles que se acham a bola da vez, e sim, a bondade das pessoas acontece espontaneamente e não de forma forçada.

         Desejamos recuperação aos escravos do vício (drogas lícitas e ilícitas); saúde e compreensão às valorosas pessoas da terceira idade; que os filhos realmente saibam valorizar seus pais no dia-a-dia de convívio familiar; que os homens públicos consigam dar nova perspectiva de vida ao povo oprimido e sofredor; que as classes políticas não fiquem brigando após o resultado do pleito eleitoral, e sim, unam as forças para o melhor de nossa gente e nossa terra; e que deixemos de lado o rancor e demos espaço à harmonia.  

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