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Brasil dos equívocos
O povo trabalha muito e recebe um salário de fome
Que país é este aonde o povo paga imposto sobre imposto e seus direitos de cidadania ficam praticamente relegados.
O povo trabalha muito e recebe um salário de fome.
Muitos políticos se colocam como representantes do povo, mas no fundo mesmo defendem seus interesses e dos cofres públicos.
Os entendidos dizem que o preconceito é racista, mas ao certo é econômico.
Colocam a mão no bolso dos brasileiros e os obrigam a pagar as ditas contribuições sobre tarifas, a exemplo da taxa de iluminação pública, bombeiros, pois o contribuinte não autoriza desconto, mas inserem na conta.
Os aluguéis residenciais e comerciais se fossem levados em conta os pagamentos feitos, num curto espaço de tempo o inquilino deveria ser proprietário do bem imóvel devido ao desembolso efetuado.
Enquanto os poderes constituídos estão em débito com o povo sofrido, castigado e humilhado perante as questões sociais que são inúmeras, resta a saudade de Ayrton Senna da Silva, que era a alegria de nossos domingos.
Não precisamos de burocracia, e sim, que as leis sejam adequadas à realidade da população colocada na situação de cobaia mediante os erros e acertos. Que se diga, a força da lei é severa em cima dos pobres, pois a condena ou absolvição se dá através da briga pelo melhor advogado, caso não tiver a influência de alguém na decisão.
Lamentavelmente, criaram uma Lei de Trânsito muito enérgica e com mais artigos que a própria Constituição da República.
É de ficar estarrecido em saber que a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) custa mais de mil reais para sua confecção, o que não justifica este assalto todo por ser um simples documento pessoal.
Hoje os pais não podem ser severos com seus filhos, mas caso seu filho cometer algum delito os velhos acabam sendo responsabilizados pelo feito que pretendiam evitar.
Virou mania alegar trabalho escravo e exploração de mão-de-obra de menores de idade. Gerações passadas e até a nossa trabalhou quando criança e adolescente, e jamais alguém morreu ou ficou doente por prestar serviços.
Este é o país da justiça e das injustiças, quando o pobre comete algum delito é colocado como exemplo, na certa vai para detrás das grades, mas se tratando de riqueza, passa a ser o país da impunidade voltada a quem realmente tem dinheiro ou influência política.
Por incrível que pareça, tem casos berrantes em que pretendem até censurar a imprensa, mesmo sendo texto jornalístico e contendo fatos baseados em reportagens passadas. Admite-se a força da lei e jamais a força do poder.
Para encerrar, sejamos realistas e devemos nos adequar ao verdadeiro modo de sobrevivência da população sem perspectivas de vida, pois a burocracia foge da realidade do fato.
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