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Insegurança X Segurança

Campeonato Catarinense de Futebol

As equipes do Criciúma e Avaí se enfrentaram (no bom sentido da palavra) pelo Campeonato Catarinense de Futebol, 24 de fevereiro, apontando o placar final de 1 a 0 em favor da agremiação da casa. O jogo foi realizado no Estádio Heriberto Hülse, onde dentro do tapetão verde tudo transcorreu numa boa, mas na arquibancada a violência predominou.

Por incrível que pareça, num ato brutal, alguém atirou uma bomba caseira que atingiu um torcedor e tiveram de amputar a mão do torcedor do Criciúma, de 62 anos, devido os ferimentos. Em seguida começou uma briga envolvendo as duas torcidas e prosseguiu fora do estádio.

Na tentativa de solucionar as agressões nos estádios de futebol, a Federação Catarinense de Futebol ? FCF vetou a presença das torcidas organizadas em partidas na casa dos adversários, proibindo usar camisas, bandeiras e até faixas.

O que estão fazendo é uma medida preventiva, porém, neste caso devem entrar com tudo na curativa e dizer de uma vez por todas um basta à violência, seja com atletas e dirigentes, principalmente com a participação de uns e outros torcedores agressores.

Não devemos tentar tapar o sol com a peneira, portanto, se faz necessário a presença das polícias nos estádios, inclusive contando com o auxílio de seguranças privadas. O que não podem é confundir segurança no futebol e achar que todos são da mesma ?panela?. Existem sim, bons e maus exemplos, no entanto, a melhor maneira agir de maneira consciente sem precisar errar para depois acertar. 

 

 

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