Reunião debate melhorias para a segurança do município de Zortéa |
Professor Me. Ciro José Toaldo
Em uma conversa com o amigo Aldo Azevedo, via WhatsApp, debatemos a respeito da realidade vivenciada quanto ao comportamento das pessoas, sobretudo na falta de valorização dos antepassados, além da visível perda dos valores aprendidos em casa, por meio da educação familiar, aonde os pais oportunizavam a formação de seus filhos. Aqueles ensinamentos baseados em suas experiências de vida, foram alicerces da formação de caráter e de determinação para se percorrer a caminhada existencial de inúmeras criaturas!
No contexto atual, chama atenção de quem esquece sua própria formação, passa a viver como bajulador de quem ocupa cargos de poder, e neste prisma tornam-se os privilegiados, pois tudo conseguem. Essa perda da importância de conceitos como de ter uma vida regrada, equilibrada, honesta e de conduta ilibada, parece ter ficado no esquecimento, principalmente de quem fez algo que veio contribuir no crescimento da comunidade.
Antes de continuar, não afirmo que criaturas que estejam em cargos públicos, não tenha lisura, apenas ressalto sobre o desleixo e falta de valorizar de quem contribui/contribuiu para que no tempo presente existisse certa comodidade. A questão não é apenas ligada ao mérito de grandes obras, ou de criaturas com muito estudo ou graduação excepcional. Quantas pessoas consideradas analfabetas, deixaram enormes legados, podem ser esquecidas por quem está no poder, entretanto, jamais estarão no esquecimento de quem foi ajudado ou daqueles que as conheceram.
Por exemplo, Aldo contou-me sobre seu pai Ênio que ajudou inúmeras criaturas em Capinzal (SC), assim como outros cidadãos contribuíram para fortalecer essa sociedade. Por isso, evidencio a necessidade de aprender a valorizar as pessoas e seu legado, independentemente de estar no poder. Será desta forma que haverá a demonstração de nosso nível cultural e educacional.
Estamos inseridos em um país aonde a população foi levada a esquecer valores, educação e viver imersa na inversão de valores. E, a geração dos mais novos terá uma colheita muito amarga. Posto isto, torna-se urgente valorizar as suas conquistas atuais, jamais esquecendo que benesses do presente são frutos do passado.
Neste sentido, lembro da política, e cito um exemplo para Capinzal, a chamada ‘área de lazer’, nela há muita história, remete ao ano de 1983, aliás conheço o lugar antes desta data, quantas famílias, prefeitos e demais autoridades empenharam-se por melhorias nessa área. Por sinal tornou-se cartão postal deste município. Nada chega de graça ou no acaso! Nada é feito por uma única pessoa, então conhece a história, aprenda a dar valor, tenha gratidão e busque equilíbrio. Quando o ser humano é grato e valoriza o recebido, sua conduta é diferenciada, e passa a ver o mundo além de seu umbigo.
Desde a infância meus pais ensinaram a importância do respeito, educação e de valorizar a comida. E, quanto esbanjamento e desperdício de alimento em lugares públicos, como restaurante; em minha casa não havia permissão para deixar algo no prato. Comida era algo sagrado!
Enfim, essa temática de aprender a valorizar e ter gratidão, sabendo reconhecer com empatia e tantos outros adjetivos, faz entender como estão fora de moda os valores. Vive-se na sociedade do descarte, da aparência fazendo prosperar o desamor, o desrespeito e desdém por tudo feito pelo outro, e até mesmo pelo recebido, seja na vida privada (familiar) e na vida pública!
Não tenho dúvidas, o perverso legado amargurado atualmente é fruto deste desgoverno federal, em seus 18 anos no ‘trono absoluto’, provocou a reviravolta, iniciada pela bagunça nas universidades públicas, atrelada com as ideologias que trouxeram discórdia entre famílias, desprestigiando quem trabalha e paga impostos, incentivando tudo que é ilícito, e pior de tudo, confundindo as mentes fracas, não alicerçadas nos berços familiares, assim apagam a importância de aprender a valorizar e ter gratidão. O fundamento tudo isto é viés ideológico, ele chegou na instância maior da justiça, na inversão, passou a praticar a injustiça!
Pense nisto.
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