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Agências Bancárias

Agências bancárias quebram ou não financeiramente?

 

Na Folha On-line, tendo como fonte: www.folha.com.br, no Vol, lemos a matéria assim intitulada: ?Bancos batem recorde de rentabilidade?, numa Publicidade NEY HAYASHI DA CRUZ, da Folha de S.Paulo, em Brasília, 12/03/2007 - 10h40.

Relata a matéria: A queda dos juros ocorrida nos últimos meses não impediu os bancos de baterem recorde de rentabilidade pelo segundo ano consecutivo. Em 2006, os ganhos alcançados pelas 104 instituições financeiras que atuam no Brasil somaram R$ 33,4 bilhões, o que representa um retorno de 22,9% sobre o patrimônio líquido do setor.

A rentabilidade é um relevante dado sobre o potencial de retorno de uma instituição. O índice mostra o quanto o banco consegue lucrar em relação ao seu patrimônio.

Os números estão nos balanços que os bancos enviaram ao Banco Central no início deste ano. Segundo esses documentos, o lucro total dos bancos havia sido de R$ 28,3 bilhões em 2005, o que correspondia a uma rentabilidade de 22,6%.

O levantamento considera apenas os resultados obtidos pelas instituições financeiras propriamente ditas. Negócios como cartões de crédito, seguros, previdência privada e consórcios não são incluídos.

 

Sinceramente, não existe essa de bancos quebrados, pois numa instituição bancária se trabalha com lucro e jamais no vermelho.

Se no passado teve instituição bancária que enfrentou dificuldades financeiras, hoje podem comemorar lucro fácil.

Não tem como banco dar prejuízo, pois nada fazem de graça, conseqüentemente uma Caderneta de Poupança rende mínima coisa, porém, o empréstimo de misero real acaba super valorizado em favor da instituição bancária.

A onda do Tesouro Nacional, viabilizando milhões de reais no socorro a bancos, justificando recuperar e para que volte a dar lucro, essa iniciativa não é um bom exemplo para o povo brasileiro, que trabalha muito e vê o dinheiro desaparecer de suas mãos.

O Governo Federal deve socorrer o povo oprimido e sofredor, e não os bancos que é o verdadeiro local de conseguir cifras com facilidade.

De uma vez por todas, o governo federal deveria dar importância à classe operária e deixar de promover a reestruturação das instituições financeiras controladas pelo Tesouro, o que virou rotina a cada ano que passa.

Psiu! Se é preciso ajudar os bancos a voltarem a operar no azul, o que dizer então da situação do operário nacional?

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