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Bandidagem e sua soberania

Editorial

Podemos escrever com precisão, sem medo de errar, pois Capinzal quem te viu e que quem te vê, no passado era uma referência regional em termos de opções de vida noturna, também durante o dia no entretenimento, lazer, divertimento e passatempo. Apesar de Capinzal ainda ser uma cidade pequena considerando o número de habitantes, de vereadores, de indústrias e empresas, com o passar do tempo perdemos e muito na vida social, pois em certos casos somos conhecidos como lá tinha e não tem mais.

Precisamos de uma política pública que venha atrair novas empresas, ou seja, média e grande indústria para poder dar perspectivas de vida, pois apenas a prestação de serviços (lojas) não basta para tanto, e sim, precisamos de projetos arrojados e voltados à coletividade.

Muito batemos na mesma tecla, de fazer crescer a cidade alta, pois a cidade baixa não comporta mais o progresso. Uma boa pedida seria o poder público auxiliar na implantação de um shopping Center, onde teria inúmeros tipos de comércio e também estacionamento privativo, já que a minúscula área comercial é um congestionamento só dos veículos automotores, onde o grande beneficiado são os motoqueiros e repartições públicas com vagas para carros de funcionários públicos.

Há décadas residimos em Capinzal, desde o tempo das ruas de chão batido, mas nunca se imaginava que chegaria ao ponto que chegou a bandidagem solta e o povo fechado em casa, pois de certa maneira os bandidos estão armados e as pessoas de bem desarmados, dependendo da força policial para poderem se defender de quem rouba e até mata.

A que ponto se chegou fechando a Unidade Prisional Avança justificando o injustificado, porém, já estamos exportando bandidos para atuarem na região e depois voltam belos e formosos como nada estivesse acontecido, então se desconfia de certas riquezas ilícitas, ou do dinheiro fácil, que certamente deve estar dando em árvore para ter melhorado consideravelmente o padrão de vida de muitos. 

Para encerrar, as substâncias químicas estão associadas a certas bebedeiras, e por incrível que pareça menor de idade e adultos compartilham dessa desgraça, porém, uns ficam dependentes e outros ganham dinheiro em cima dos otários. 

 

 

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