Em janeiro a Usina Machadinho repassou R$ 3,5 milhões a título de compensação financeira |
Bolsa de estudos, eis a questão!
Espertinhos...
Fomos em busca e obtivemos informações no Site: http://prouni-inscricao.mec.gov.br, e lá diz: ?Os programas de bolsa de estudos tem como finalidade a concessão de bolsas de estudos integrais e parciais a estudantes de baixa renda, em cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior, oferecendo, em contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas que aderirem ao Programa?.
Destaque: ?O ProUni destina-se à concessão de bolsas de estudo integrais e parciais - de 50% (meia-bolsa) - para estudantes dos cursos de graduação e seqüenciais de formação específica em instituições privadas de ensino superior, com ou sem fins lucrativos. A bolsa integral será dada a quem tem renda familiar per capita não superior a 1,5 salário mínimo (R$ 450) e a parcial a quem tem renda familiar per capita que não exceda três salários mínimos (R$ 900)?.
O ProUni também tem uma política de cotas destinada aos alunos que se autodeclararem afrodescendentes ou indígenas. Para esse grupo, as vagas serão distribuídas de acordo com a proporção dessas populações nos estados, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Muitos acadêmicos estão dentro dos critérios exigidos pela Bolsa de Estudos, pois o seu vencimento salarial é de 1,5 salário mínimo (R$ 450,00), talvez o que foge da realidade é sua renda per capita que não pode exceder a R$ 900,00.
Na nossa mais sincera opinião, todo e qualquer ensino deveria ser gratuito, fazendo valer excelentes professores e condições plenas de trabalho.
Quanto ao MEC (Ministério da Educação), bem poderia se certificar se as bolsas realmente vêm contemplando famílias de baixa renda, caso forem verificar, quem sabe, poderão constatar que os assalariados encontram dificuldades para apresentar os poucos documentos e declarações, já os que ganham acima de mil reais, estes apresentam inúmeros ?comprovantes? que no final das contas seu pagamento acaba ficando em vermelho.
A esperteza é tamanha, chegando a ponto do boato dar conta de que a bolsa de estudos não é para quem ganha menos, e sim, para quem gasta mais e possa comprovar o gasto real e até irreal.
Se o banco escolar é o verdadeiro caminho para a formação de verdadeiros cidadãos, já que não tem como possibilitar a educação totalmente gratuita, então que pelo menos sejam criteriosos e justos, revertendo à bolsa em favor de quem precisa do auxílio: os de baixa renda.
Pelo fato da educação ser coisa séria, torno a bater na mesma tecla, que revejam a justiça e injustiças cometidas a muitos universitários, levando em conta suas condições financeiras.
Concordamos que a burocracia de certa forma é um bem necessário, mas é importante que olhem com a razão e jamais com os olhos que avalizam o que está escrito, exemplo, preto no branco. Psiu! Documentos podem ser forjados e resultam em vantagens sobre os honestos.
Considere este Editorial um repúdio de muitos universitários e de famílias de baixa renda, as quais têm que dar duro dia e noite, enquanto os espertos se fazem passar por miseráveis e ganham a tão sonhada bolsa de estudos.
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