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Violência X Direitos Sociais

Direitos

A carta magna do Brasil datada em 05 de outubro de 1988, teve alterações procedidas pelas Emendas Constitucionais e de Revisão, sendo que no ano de 2000 circulou livros atualizados de sua Constituição.

São Direitos Sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, a segurança, a previdência, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados. Isto é o que está na teoria, porém, na prática as coisas não são bem assim.

De certa forma é de se lamentar, já que no papel assegura e fora dele não funciona de acordo o exercício dos direitos sociais e individuais, a exemplo da liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional. Em alguns casos, a Constituição da República Federativa do Brasil não saiu e/ou parcialmente sae do papel, enquanto a prática demonstra o sofrimento da maioria dos brasileiros, sem perspectivas de vida, desacreditadas na vida em sociedade, enfim, oprimidos e sofredores na árdua missão de sobreviver.

Vamos reportar mais na questão de Segurança Pública, o que é um dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e das demais funções lhes é atribuída.

?Direitos de Cidadão: Viver, ser livre, ter uma casa, participar dos movimentos políticos e sociais da comunidade e do país, ter assistência médica, educação, lazer são direitos de cada brasileiro e apenas quando são postos em prática é que existe a cidadania?. Fonte: Guia da Cidadania, Almanaque Abril 2001.   

Dentro do Direito à Liberdade, todos os cidadãos têm o direito de ir e vir em tempos de paz. Mas no cotidiano não é bem assim, levando em conta que uns e outros querem decidir pela vida de demais cidadãos. Um exemplo claro e verídico em qualquer comunidade, é os homicídios cometidos, em que alguém se acha no pleno direito de encontrar uma forma de como e quando poderá tirar a vida de alguma pessoa.

Lamentamos e ficamos entristecidos em saber que a sociedade está cada vez mais violenta, basta puxar pela lembrança e constataremos vários crimes que vêm sendo registrados em vários municípios da região. Tem casos de morte que alguns dizem: ?É um mal que vem pro bem?. Mesmo assim não concordamos, já que achamos que o crime premeditado é mais violento, comparado com o de legitima defesa e aquele não intencional, mas não deixa de ser um crime.

Essa do malfeitor dizer estar arrependido, até é aceitável de certa forma após um espancamento, roubo, ofensa moral, mas é intolerável o arrependimento vir tardio, principalmente quando contribuiu por tirar a vida alheia.

Sabemos e concordamos que violência gera violência, inclusive somos sabedores de que a cadeia serve para refletir no erro e equívocos cometidos, no entanto, a carceragem não recupera ninguém e muito menos depois da pena cumprida reintegra o ex-prisioneiro de forma digna à sociedade.

Uma mente diabólica é levantar que deveria existir a pena capital para os criminosos, o que não caracteriza denominar o ser humano de racional, caso implantassem a pena de morte. Jesus Cristo foi injustiçado e crucificado de maneira premeditada e brutal, diante dos olhos do povo, mesmo ele tendo vindo para salvar a humanidade. Então, se o médico e a justiça não podem errar, portanto, não vamos dar sorte pro azar. 

Atenção: Ninguém pode fazer justiça com as suas próprias mãos, portanto, a justiça do homem deve prevalecer, desde que seja de forma coerente, cabível e aceitável, pois ninguém é eterno para puxar uma cadeia longa comparada com a média curta de vida da população.

Ditado: O criminoso vegeta ao ser isolado da sociedade e a vítima fatal tem uma vida ceifada.

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