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CARNAVAL QUALQUER E REAÇÕES DA DOENÇA ESQUIZOFRENIA

CARNAVAL QUALQUER E REAÇÕES DA DOENÇA ESQUIZOFRENIA

 

 
 
Como a imprensa vive de momento, portanto, desta vez vamos descrever sobre dois assuntos, o carnaval e a doença de esquizofrenia.
Parabenizamos o presidente do Legislativo Municipal, Andevir Isganzella (PT) por convocar o Executivo, o Judiciário e o Ministério Público para uma Audiência Pública envolvendo também a Pastoral da Família, promotores do carnaval, blocos carnavalescos, inclusive, representantes de escolas. De início os promotores e idealizadores do evento, certos blocos e alguns foliões não concordavam que o carnaval foi um mau exemplo, depois de ser apresentada uma enquete, onde os números demonstraram claramente a reprovação da maneira que foi conduzido e realizado, então entraram num consenso, o de aperfeiçoar o evento para 2012. O importante é que o próximo carnaval, seja voltado a todas as faixas etárias, para que isso possa acontecer, precisa de um planejamento e pensar no coletivo, não apenas numa faixa etária.
Antes de encerrar nossas considerações sobre o carnaval de 2011, enaltecemos a participação do Ministério Público na Audiência Pública, pois caso este poder não mostrasse voz ativa, certamente poderíamos ter na edição de 2012 muito mais problemas com a realização de um evento qualquer, sem nenhuma cultura sequer. 
Quando a esquizofrenia, sendo uma doença que tinha o atirador de 24 anos o qual matou alunos menores de idade com disparos de arma de fogo, no Rio de Janeiro, quinta-feira, 07 de abril, portanto, queremos que esse assunto faça o Ministério Público e também a Câmara Municipal de Vereadores passarem a ter certa preocupação quanto o caso. O nosso pedido é que exijam maior acompanhamento médico, clinico e até hospitalar para os cidadãos com esquizofrenia, principalmente, que não falte a medicação continua nos postos de saúde para um bom tratamento.   
Como uma moeda tem dois lados, a doença de esquizofrenia também pode ter duas reações, tentar contra a vida dos outros ou de si próprio, então para que nada aconteça de anormal, devem manter um controle de comportamento e acertar o diagnóstico.
Tanto a realização do carnaval quanto a doença de esquizofrenia acaba sendo uma faca de dois gumes, cortam de ambos os alados, portanto, diante dessas realidades, é importante os órgãos competentes realizarem ações preventivas, o quanto antes possível, no sentido de evitar surpresas desagradáveis.   
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