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Direito à vida
TEORIA e PRÁTICA
Para que a pessoa seja respeitada, física e moralmente, é preciso que tenha condições satisfatórias de trabalho, alimentação, saúde, educação, cultura, lazer e manutenção do meio ambiente saudável e ecologicamente equilibrado. Todas essas garantias estão na Constituição, que proíbe o homicídio, a omissão de socorro, a tortura física ou psicológica, as penas de morte, de confisco, de banimentos cruéis.
Para o pleno exercício do direito à vida é necessário também o amparo à infância, à maternidade e à velhice.
É bom os cidadãos tomarem conhecimento, que isto escrito anteriormente, é TEORIA, pois na PRÁTICA a coisa acontece quase na sua totalidade ao inverso, principalmente se levarmos em conta a diferença do poder aquisitivo, aonde a minoria é detentora da maior concentração da riqueza. Diante disto, o cidadão vale por quanto têm e não pelos seus direitos e obrigações perante a Carta Magna.
Muitos homens de posição poderiam dar um destino diferente a vida de outros, mas antes de verem a coletividade acabam protegendo alguns e sacrificando vários.
Não venham me dizer que um certo percentual de vagas em universidades particulares para negros irá resolver os problemas sociais, pois saibam homens públicos que a diferença e o preconceito não estão na cor, na raça ou no credo religioso, e sim, nas condições miseráveis que vivem o povo, sem dinheiro e sem perspectivas de vida.
Por incrível que pareça, todos nós trabalhamos na infância e na adolescência, e hoje somos responsáveis e temos gosto pelo trabalho. Atualmente, a justificativa é trabalho escravo, o que não deixa de ser uma forma de evitar que os jovens ajudem na renda familiar e tenham sua própria independência financeira. Por outro lado, os adultos tiram proveito dos adolescentes, pois consentem que votem num pleito eleitoral, no entanto, não lhes dão o direito de tirar a CNH (Carteira de Habilitação Nacional).
Este Brasil tem jeito sim, a partir do momento em que a maioria dos poderes constituídos for formado por gente igual à gente, humildes, generosos, atenciosos, e que deixem a burocracia de lado e levem em conta a luta de sobrevivência do povo sofrido e oprimido.
Em certos casos, devemos aprender a ser bairristas, em saber valorizar os filhos desta terra, ao invés ficarmos injustamente puxando o tapete entre si próprio.
Ser cidadão modesto é uma missão árdua e de luta incessante pela sobrevivência.
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