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Menos representantes do povo e mais impostos

Política tributária do Brasil

       É inadmissível a política tributária do Brasil que dispõe de inúmeros impostos diretos e principalmente indiretos.

       A ganância por dinheiro em proveito dos tesouros nacionais, estaduais e municipais acaba tirando as perspectivas de vida do povo, que não faz outra coisa a não ser desembolsar e pagar os produtos a preços irreais.

        Parabéns aos cubanos que tomaram uma iniciativa por se isolarem do mundo e passaram a ser donos de sua própria economia, e que se diga, mesmo com a pequena área territorial acabam dando show em grandes nações que são consideradas o ?celeiro do mundo?.

         Lamentavelmente, uma das grandes ajudas para o setor produtivo seria no transporte ferroviário, a exemplo do Vale do Rio do Peixe, abandonado desde 1983, o que demonstra claramente o desmando do que seria um patrimônio público.

       Tanto se fala em mercadorias falsificadas e no dito contrabando, mas os homens públicos esquecem que o pagamento mensal dos brasileiros é um verdadeiro salário de operário, ou seja, de fome, então acabam optando pelos bens mais baratos e condizentes com o seu ganho.

       Governar é saber representar e defender os interesses coletivos, conseqüentemente, dar condições de vida a todos os segmentos sociais e evitar a concentração de renda na minoria.

       Quanto à redução no número de Vereadores e Deputados, no sentido de amenizar as despesas, essa justificativa até poderia ser aceitável, mas em primeiro plano deveriam tirar a enorme carga tributária sobre os ombros do povo, quem sabe, criando o imposto único. 

       Homens públicos, o povo não deve ser colocado na condição de cobaias mediante erros e acertos. Deveria sim ser a maior razão da existência do poderes devidamente constituídos, pois quem lhes paga o salário pelos trabalhos prestados é o coveiro, o médico, a faxineira, o pedreiro, enfim, todos nós, seja de uma forma ou de outra.

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