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Editorial

Editorial A morte acaba com os sonhos, mas não com as lembranças

No próximo dia 26 de maio, quinta-feira, é uma data consagrada a Corpus e Christi, em que muitos somente nesta data lembram dos seus entes queridos, pois nos outros 364 dias do ano passam por despercebido. Para melhor informação, nós de O TEMPO estamos trazendo informação do significado de Corpus Christi, ou seja, Qual a origem desta festa? Algo levantado pelo Centro Apologético Cristão de Pesquisas ? CACP, sendo um resumo de algo escrito por Por Natanael Rinaldi. Origem das comemorações Tudo começou com a religiosa Juliana de Cornellon, nascida na Bélgica, em 1193. Segundo alegou, teve insistentes visões da Virgem Maria ordenando-lhe a realização de uma grandiosa festa. Juliana (mais tarde Santa Juliana) afirmava que a festa seria instituída para honrar a presença real de Jesus na hóstia, ou seja, o corpo místico de Jesus na Santíssima Eucaristia. Ainda quando era bispo, o papa Urbano IV teve conhecimento dessas visões e resolveu estendê-la à Igreja Universal, o que então já era uma verdadeira festa. Pela bula ?Transituru do Mundo?, publicada em 11 de agosto de 1264, Urbano IV a consagrou em todo o mundo, com uma finalidade tríplice: 1. Prestar as mais excelsas honras a Jesus Cristo 2. Pedir perdão a Jesus Cristo pelos ultrajes cometidos pelos ateus 3. Protestar contra as heresias dos que negavam a presença de Deus na hóstia consagrada No Brasil No Brasil, a festa de Corpus Christi chegou com os colonizadores portugueses e espanhóis. Dias antes das procissões, as câmaras municipais exigiam que as casas de moradia e de comércio fossem enfeitadas com folhas e flores. Participavam da procissão membros de todas as classes, incluindo os escravos, os leigos das ordens terceiras e os militares. O que diz a Bíblia? Os católicos procuram justificar a festa de Corpus Christi com a Bíblia citando partes dela que supostamente dão base para o dogma da Eucaristia. Os textos mais freqüentemente são os de Mateus 26.26-29; Lucas 22.14-20 e João 6.53-56. Essa doutrina é contrária ao bom senso e ao testemunho dos sentidos: o bom senso não pode admitir que o pão e o vinho oferecidos pelo Senhor aos seus discípulos na Ceia fossem a sua própria carne e o seu próprio sangue, ao mesmo tempo em que permanecia em pé diante deles vivo, em carne e osso. Biblicamente, a Ceia é uma ordenança e não uma Eucaristia; era empregado o pão e não a hóstia; é um memorial, como se lê em 1Coríntios 11.25,26, e sua simbologia está em conformidade com o método de ensinamento do Senhor Jesus, que usou muitas palavras de forma figurada: ?Eu sou a luz do mundo? (Jo 8.12); ?Eu sou a porta? (Jo 10.9); ?Eu sou a videira verdadeira? (Jo 15.1). Quando Jesus mencionou na última Ceia os elementos ?pão? e ?vinho?, não deu qualquer motivo para se crer na transubstanciação. Não se engane, adorar a Eucaristia também é um ato de idolatria! Este significado seja correto ou não, o que realmente nos importa é que os mortos sejam lembrados hoje e sempre. As pessoas devem ser valorizadas em vida e lembradas após a morte, pois se Somos verdadeiros cidadãos de sentimentos saberemos fazer valer essa iniciativa. Rezar é um bom caminho da proteção divina, porém que se diga, a reza poderá ser feita a qualquer hora e local.
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