Em janeiro a Usina Machadinho repassou R$ 3,5 milhões a título de compensação financeira |
Estacionamento Rotativo solução ou problema?
Solucionar ou amenizar
Um dos maiores problemas de Capinzal é que os cidadãos não gostam de andar a pé, querem desembarcar e embarcar na porta do comércio. Caminhar de jeito nenhum, principalmente em dia de chuva, então a opção é o carro, resultando num transtorno na minúscula área comercial.
O problema são os bancos, praticamente uns encostados dos outros, da mesma forma, muito próximo hospitais, farmácias, lojas de confecções/calçados, supermercados, inclusive vai ficar pior prefeitura e fórum lado a lado.
A solução nunca foi e nem será o estacionamento rotativo, onde essa prestação de serviços cobra muito bem por sinal, no entanto, não se responsabiliza por danos e perdas. Já que o poder público não tem fins lucrativos, como é o caso das agências bancárias e do comércio em geral, os quais disputam um pequeno espaço, quem sabe, a Prefeitura, Rodoviária e Terminal do Transporte Urbano fossem tirados dos atuais locais e passassem a funcionar num bairro na cidade baixa ou alta.
As zonas azul e verde é dinheiro na certa nos cofres públicos e no bolso da empresa concessionária, e desembolso dos motoristas e dos motoqueiros, sem uma solução.
O vai e vem é marcado por obstáculos, sinaleiras inadequadas e falta de sinais para pedestres. A XV de Novembro até mais parece calçada do que rua, os carros e motos param quase de metro em metro onde os condutores fazem gentileza para os pedestres passarem.
As zonas azul e verde irão levar o problema até onde não tem falta de estacionamento, ainda cobrarão daqueles sem garagem ao deixarem o carro parado em frente da casa. Também, ninguém se responsabiliza por danos e perdas. Além disto, falta um engenheiro viário, porém, esse profissional não poderá errar para depois acertar, pois podemos mais tolerar equívocos ou numa desta benefícios direcionados.
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