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Falta de informação X A Voz do Brasil
Editorial
A fonte Wikipédia, a enciclopédia livre, traz a informação de que a Voz do Brasil é feita a transmissão desde 22 de julho de 1935 (há 78 anos), sendo um noticiário radiofônico estatal de difusão obrigatória que vai ao ar diariamente em todas as emissoras de rádio aberto do Brasil, das 19 às horas do horário de Brasília. A Voz do Brasil faz parte da história de radiodifusão brasileira, além de ser o programa mais antigo do rádio ainda em execução.
Apresentação do programa é feita nos estúdios da Rádio Nacional de Brasília, sendo a programação criada por Armando Campos, amigo de infância de Getúlio, com a intenção de ajudar o seu amigo, colocando suas ideias para a população escutar, e assim serem a favor de seu governo.
Passou ser transmitido em 22 de julho de 1935, durante o governo de Getúlio Vargas com o nome de "Programa Nacional", sendo apresentado pelo locutor Luís Jatobá. De 1934 a 1962, foi levado ao ar com o nome de Hora do Brasil. Em 1938, já com o nome de "Hora do Brasil" programa passou a ter veiculação obrigatória, somente com a divulgação dos atos do Poder Executivo, sempre das 19 às 20 horas. Em 1962, a partir da entrada em vigor do Código Brasileiro de Telecomunicações, o Poder Legislativo passou a ocupar a segunda meia hora do noticiário. Em 1971, por determinação do presidente Médici, o nome "Hora do Brasil" muda para "A Voz do Brasil". Mais tarde, o Poder Judiciário passou a ocupar os últimos cinco dos trinta minutos iniciais e o Tribunal de Contas da União, o minuto final do programa obrigatório, que vai ao ar esporadicamente.
Atualmente, os primeiros 25 minutos da Voz do Brasil são produzidos pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC Serviços), e gerados ao vivo, via Embratel, para todo o Brasil. Já os 35 minutos seguintes são pré-gravados, para inserção pela própria EBC Serviços. Em 1995, a Voz do Brasil entrou para o Guiness Book como o programa de rádio mais antigo do Brasil. O noticiário também é o mais antigo programa de rádio do Hemisfério Sul.
A Voz do Brasil por muitos anos iniciou-se com a frase "Em Brasília, dezenove horas", hoje substituída para "Sete da noite em Brasília" e com um programa com linguagem mais informal. O tema inicial do programa é O Guarani, de Carlos Gomes, recebeu novas versões, em samba, choro, capoeira, entre outros.
O programa é dividido nos blocos: Poder Executivo: 19h00 às 19h25 (ao vivo); Poder Judiciário: 19h25 às 19h30; Poder Legislativo - Senado: 19h30 às 19h40; Poder Legislativo - Câmara Federal: 19h40 às 20h00; Minuto do TCU: às segundas, quartas e sextas-feiras, após o Poder Executivo ou as Notícias da Câmara.
O programa é de veiculação obrigatória em todas as rádios do país, por determinação do Código Brasileiro de Telecomunicações. Algumas rádios, todavia, amparadas por liminares, estão desobrigadas de sua transmissão. É o caso de boa parte das rádios da cidade de São Paulo desde os anos 90, e de 2005 a 2010 em todas as rádios do Rio Grande do Sul. O fim da liminar gaúcha e mais tarde em rádios paulistas gerou polêmicas entre funcionários de rádio e também ouvintes, uma vez que às 19 horas as cidades grandes passam pelo "rush" (horário de pico ou hora de ponta) no trânsito, e são necessárias informações das condições de trânsito.
Por outro lado, ouvintes de rincões relativamente afastados dos grandes centros urbanos são os que mais ouvem o programa, pelo fato de ser um informativo político diário (às vezes, o único em meio a rádios musicais populares existentes). Na região UTC-4 (Amazônia Ocidental, MT e MS) o programa começa no horário local das 18h.
Todavia, há novos projetos de lei em que, em uma delas, é pretendida uma flexibilização do horário do programa, em fase final de votação, que pode fazer o programa começar às 19, 20 ou 21 horas em rádios particulares não-educativas, beneficiando tanto o Norte-Nordeste, quanto o Centro-Sul do Brasil. O outro projeto visa a extinção da obrigatoriedade do programa, este em fase de análise. Rádios de concessão educativa, públicas, legislativas, comunitárias e estatais seguem a obrigatoriedade normal (com a Voz do Brasil normalmente as 19h, exceto em plenário legislativo em andamento, se houver).
A flexibilização pode ser maior caso uma rádio deseje transmitir jornada de futebol no horário de 19 a 22 horas, mas para isso deverá haver aprovação de órgãos competentes, uma vez que praticamente todas as rádios com streaming via internet e TV por assinatura não passam por essa obrigação de transmissão.
Se a programação não fosse obrigatória e deixasse de ser a gratuita, com certeza as emissoras antes de transmitir uma programação certamente optariam por duas, três ou mais durante o dia, Isto de segunda a sexta-feira, quem sabe também aos sábados, domingos e feriados. De todos os programas jornalísticos, a Voz do Brasil é o melhor de todos, pois, descrevemos com precisão, por termos o hábito de ouvir, mas, muitos que prestam serviços nas emissoras de radiodifusão talvez nunca ouviram uma transmissão. Tudo bem, transmitir a sessão ordinária ao Vivo, desde que fosse só a Ordem do Dia e não o Expediente dos Vereadores, o que caracteriza promoção pessoal e da sigla partidária, isto, paga com dinheiro público.
Povo culto deve assistir aos jornais televisivos, ler jornais, ouvir a transmissão da Voz do Brasil, pois, é a programação jornalista do rádio mais completa. Que bom que tivesse um informativo da Voz do Brasil também nos jornais impressos e também programação da emissora televisiva.
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