Em janeiro a Usina Machadinho repassou R$ 3,5 milhões a título de compensação financeira |
Faltar com a verdade
Editorial
É de se pensar, se é descrito de forma a faltar com a verdade em Boletim de Ocorrência numa residência fixa, imagina então se alguém estiver na mira de certa justiça? O Boletim de Ocorrência deve ser descrito o fato e jamais “contos de fada madrinha”, pois, o papel aceita tudo, mas, quem usa da razão e do bom senso deve saber que a verdade mais cedo mais tarde prevalece.
Acredite se quiser, mas o BO foram cinco páginas, sendo frente e verso, incluindo denúncia que pode ser “infundada”, pois, não conseguiram provar maus tratos e nem agressão. Com qual intenção uns foram até a casa como o pessoal fosse bandido, sem mandato judicial e depois dão uma versão contrária ao acontecido, como tivessem na paz e bem, no entanto, foi sim questionado o porquê da ação, também como um neto que não cuida da avó tem mais poder do que o filho, ainda, quem levantou a voz foi o “manda chuva” querendo que fosse fechada a casa e pelo que se sabe, a principal interessada recebeu o boletim “apimentado” no terceiro dia após, no entanto, não dá para acreditar que a denúncia, mesmo sendo infundada, mas, a suposta punição fica para terceiros (gente do bem passando a ser considerados fora da lei). Vergonhosa a ação e intenção, pois no local dos atos e fatos pareceria que tudo ficou definido, mas, o BO massacra família que vem servindo a sociedade. Esse capítulo não termina aqui, já que foi mandado instaurar o BO, então como a família tem direito a defesa, apesar da barbaridade descrita em desfavor e a favor do denunciante e da suposta vítima.
Se servem para proteger e servir, dirá então se o ditado for ao contrário.
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