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Imprudência e carros frágeis resultam em sequelas e vítimas fatais
Editorial
A violência no trânsito está cada vez mais agressiva, devido à imprudência por parte de certos condutores de veículos automotores. Nas áreas urbanas é visível a má circulação de veículos, sendo que muitos motoristas e motoqueiros andam em marcha lenta demais, não possibilitam o direito de ultrapassagem e acabam contribuindo para lentidão do livre trânsito.
O incrível são os motoqueiros que perderam a noção da legislação de trânsito, pois ultrapassam por ambos os lados, em cima de ponte, de baixo de semáforos, saem do estacionamento na contramão de direção, ainda praticam o zigue-zague.
Outro fator da má circulação de veículos são os semáforos burros, pois sequer tem sinal para pedestre. Também é visível o descaso do pedestre para com os condutores de veículos, pois são inúmeros cidadãos que passam a faixa de pedestre sem ver e sem ser visto, ainda abusam caminhando devagar, como se quisesse punir o motorista e o motoqueiro.
Como nossa cidade é uma caixa de fósforo, com ruas e passeios estreitos até demais, não tem como dispor de uma ciclovia, mas inúmeros cidadãos poderiam sim ir ao trabalho a pé ou de bicicleta, mas infelizmente existe a preguiça de caminhar.
Precisamos expandir o comércio da cidade baixa para a cidade alta, porém, é necessário planejar a cidade alta para essa e futuras gerações, no entanto, sempre levando em conta o estatuto das cidades e a mobilidade urbana. Também precisamos além do anel viário ainda de um contorno viário com a construção de mais pontes sobre o Rio do Peixe na interligação das cidades de Capinzal e Ouro. A canalização de parte do Rio Capinzal é fundamental para servir de estacionamento para motos e como calçadão.
O problema dos registros de vítimas com ferimento e fatais é em decorrência da imprudência, porém, devemos levar em conta a fragilidade dos carros cada vez mais potentes e menos seguros.
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