Em janeiro a Usina Machadinho repassou R$ 3,5 milhões a título de compensação financeira |
INDÚSTRIA DA MULTA
A indústria da multa existe de fato
A partir de segunda-feira (21/05/2007), todos os radares eletrônicos devem ser acompanhados por placas de sinalização que alertem sobre a fiscalização e registrem o limite de velocidade permitido. Multas aplicadas por sensores escondidos deixam de ter validade em todo o país. Diante disso, o Jornal de Debates retoma a discussão sobre o que se convencionou chamar de indústria da multa. Lançando mão do avanço da eletrônica, empresas oferecem o serviço de radar nas vias públicas e recebem uma porcentagem sobre o valor das multas aplicadas. O serviço se somou a outros expedientes de prefeitos que premiam a guarda pela quantidade de multas lavradas. Para alguns especialistas, a fiscalização ajudou na redução do número de colisões e de vítimas do trânsito. Para outros, a indústria da multa seria apenas mais um canal para elevar a arrecadação. Na sua opinião, a indústria da multa existe de fato?
Se tratando da questão de Capinzal, no cruzamento das ruas Pres. Nereu Ramos, Ernesto Hachmann, José Zortéa e Wanda Mayer, o local mais parece o caminho para as índias, onde quem apontar antes passa ou resulta em acidente de carros, motos e atropelamento. No local tem muitos erros e obstáculos, o primeiro os semáforos não são inteligentes, falta sinal para o pedestre, o feche e abre não dá tempo suficiente para passar todos os veículos esperando, os semáforos estão muito longe da esquina, portanto, esse trajeto serve mesmo para multar.
Uma atitude inteligente, relevar todas as quase mil multas, apenas no corrente, portanto, o elevado número de notificações, demonstra que algo está errado e precisa de uma solução cabível e aceitável.
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