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Insegurança X Segurança Pública

Editorial

 

No país temos o Governo Federal (presidência da república), governos estaduais (governadores) e governos municipais (prefeitos). Em termos de país além da presidência da República, temos o Senado e a Câmara Federal. Nos Estados, governadores e deputados estaduais, ainda prefeitos e vereadores.

Como nos municípios coirmãos, Capinzal e Ouro, é grave o problema de roubos e a droga ilícita vem tomando corpo cada dia mais, pois a justificativa é que as policias estão com o número de efetivos reduzidos, falta viaturas e condições de trabalho, se o Estado e a União não dão uma resposta cabível e aceitável, então que o Município procure uma solução ou medida paliativa.

O correto seria o Executivo e Legislativo também chamarem o Poder Judiciário e a Promotoria Pública para a realidade da questão, pois a situação da segurança pública estaria mais ligada aos juízes e promotores, até porque realizam ação conjunta na apuração de ações penais e criminais. Sabemos da competência do Executivo que é de decidir o destino do Município e de sua população (ações e serviços), do Legislativo em legislar, fiscalizar (vereador é o legítimo representante do povo na Câmara Municipal). O Poder Judiciário tem a função do Judiciário de garantir e defender os direitos individuais, ou seja, promover a justiça, resolver todos os conflitos que possam surgir na vida em sociedade.  A promotoria é a parte responsável por lei para apresentar um caso contra um indivíduo suspeito de contrariar a lei em um julgamento criminal, ou defender, em juízo ou extrajudicialmente, os interesses coletivos da sociedade.

Então, para o bem da segurança pública, os três poderes devidamente constituídos no município devem unir forças e buscar uma solução para o problema, agindo de maneira preventiva e planejada, pois o que não podem é simplesmente esperar a boa vontade do Estado (governo federal e estadual).

Antes o problema era a falta de monitoramento por câmera na área central da cidade, mesmo tendo o sistema de filmagem os roubos vêm acontecendo em menos proporção, mas continua a prática das mãos ligeiras. Quanto as mediações da área central da cidade, ou seja, fora do alcance das Câmeras de monitoramento, ainda nos loteamentos, bairro e interior de ambos os municípios, Capinzal e Ouro, a audácia dos ladrões é grande, pois chegaram até de levar todos os móveis de certas residências. O impressionante é que ninguém vê e ninguém sabe de nada sobre os roubos e o narcotráfico.

Que esse descrito seja levado em conta pelo lado bom, jamais ser contestado querendo achar justificativa, pois o que é preciso é de ação, liderança e autoridade para tanto, caso contrário de nada adianta ter poderes devidamente constituídos se de certa maneira o desmando vem sobressaindo de certa maneira. Desmando é uma ação ou consequência de desmandar ou desmandar-se; utilização excessiva do poder; imoderação. Ato que consiste na transgressão, violação ou infração de leis, de contratos e/ou regulamentos; desobediência. Ausência de regras morais; devassidão.

 O descrito visa chamar as autoridades para a triste realidade, levando em conta que a bandidagem está solta e atuando, portanto, precisamos de ação que garantam segurança pública. Se certa época o Poder Judiciário fechou a Cadeia Pública, que depois foi transformada em Unidade Prisional Avançada, porém, quando se tornou exemplo de funcionamento, o Estado a desativou. Então agora unindo forças com o Executivo, Legislativo e Promotoria Pública, pode ser que a situação melhore, pois até este Semanário já fez sua parte, pedindo medidas concretas do Governo de Santa Catarina.

 

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