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O que seria impossível: aconteceu...
Editorial
A vida é tão curta, então vamos falar de bem das pessoas, sendo um bom exemplo Andevir Isganzella, que na sua primeira eleição foi eleito vereador, também escolhido por votação para ocupar a presidência da Câmara Municipal. Mesmo estando do lado do governo municipal fiscalizava a aplicação do dinheiro público, acompanhava o andamento da obras, serviços, benfeitorias e ações.
Enquanto vereador, muitos pedidos fez, mas, muitas vezes não recebia resposta de seus pedidos, no entanto, todas ou quase todas as solicitações da Câmara Mirim eram justificadas.
Andevir e o atuante vereador da época, Moisés Lopes (Bruxo), ambos na condição de representantes do povo, foram em busca e conseguiram sensibilizar os governantes para a implantação do monitoramento por câmaras do trânsito na área central da cidade, principalmente, no sentido de evitar roubos, arrombamentos e assaltos no comércio local.
O que seria impossível, considerado por muitos, foi superado com Andevir para prefeito (PT) e Wilson Luiz Farias (PP) na condição de vice-prefeito, sendo essa a composição da coligação Renova Capinzal PT – PP – PSDB – PcdoB – PDT – DEM e PSD. E a diferença não foi pouca, sendo de 7.178 contra 5.884, totalizando uma vantagem de 2.194 votos. Desta maneira foi manifestada a vontade popular, no entanto, hoje na condição de opositores ao atual governo estão exigindo cedo demais, pois devem levar em conta que o orçamento vigente é da gestão administrativa passada, a qual deixou de prever certos investimentos, por isto das suplementações de recursos, quem sabe por falha de planejamento e de cronograma de trabalho. Será que nos três mandatos consecutivos cumpriram à risca o Plano de Trabalho de Governo, para estarem exigindo até demais da atual gestão administrativa?
No tocante à visão que se tem de algo, está atuando bem em solucionar um problema que já vinha de muito tempo, as filas nos postos de saúde para garantir atendimento, de suposta falta de medicamentos, procura maior que a oferta de fichas para especialistas, falta de profissionais em várias formações médicas, enfim, nunca negou que a prioridade de seu Governo é melhorar o atendimento na saúde pública, sendo um enorme desafio.
Andevir vem demonstrando competência administrativa e tem capacidade política para tentar amenizar e talvez solucionar o abacaxi que terá de descascar, sendo considerado o caos na saúde, não por culpa de Secretária, mas, do sistema que era tratada a Secretaria no Município, não sendo possível solucionar as dificuldades da noite para o dia em termos de mudanças, no entanto, muito foi feito e será realizado, levando em conta o bem atender.
A política equivocada dá conta de que o Prefeito vencedor não tem condições de liderar uma equipe com potencial, formada por servidores da saúde pública, mas, esquece-se de mencionar que o Chefe do Executivo tem a função de delegar poderes e cobrar trabalho. Um grande diferencial de Andevir em seus primeiros meses mandato troca o comando em alguns cargos de confiança, pois num passado recente, mandatário pode ter cometido o erro de manter secretários do começo ao fim de mandato, resultando em apenas quatro anos de governo, sendo desbancado pelo que acreditavam ser impossível de acontecer: derrota do poder dominante e vitória do trabalho estilo formiguinha, dando a cara para bater.
Navegar é preciso e necessário, mas, acima de tudo, evoluir e usar da razão é primordial.
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