Em janeiro a Usina Machadinho repassou R$ 3,5 milhões a título de compensação financeira |
Pergunta e resposta
Preferência
Inúmeros cidadãos capinzalenses e em nível regional perguntam constantemente, se O TEMPO ? um jornal de fato, 17º aniversário, por qual motivo a atual Administração Municipal não vincula os atos oficiais e mídias neste meio de comunicação?, sendo o mais velho da Comarca, e que se diga, escrito em Capinzal.
Os motivos não são conhecidos, talvez sua preferência por determinado formador de opinião. No corrente ano (2006), O TEMPO não recebeu sequer uma mídia ou ato legal para inserir, enquanto uns tiveram o grato privilégio em faturar certa importância. Em destaque, o maior investimento é em serviços gráficos destinados para fora do comércio local.
Em 2006 passaram-se exatamente 139 dias (quatro meses e 19 dias), no entanto, O TEMPO não teve o privilégio de prestar serviços, exceto aquele gratuito (cortesia). Que se diga, O TEMPO encontrou uma série de dificuldades em prestar serviços na gestão 2001/2004 e continua no atual mandato sendo colocado nos últimos planos, pois a preferência recai para outros dois. Das matérias gratuitas ninguém reclama, mas quando se fala em faturamento os obstáculos aparecem e à dita burocracia prevalece como forma de justificativa.
O TEMPO quando surgiu teve grande apoio do magistral prefeito Irineu José Maestri (PMDB), posteriormente do prefeito que transformou Capinzal num verdadeiro canteiro de obras: Sr. Hilton Pedro Paggi, inclusive de seu sucessor que quando prefeito foi povão: Luiz Carlos Thomazoni. Infelizmente, o tempo não teve a mesma sorte com o jovem Prefeito que teve um incremento na receita municipal, graças aos ex-mandatários.
Na semana que passou, um meio de comunicação publicou o ato legal inserindo O TEMPO para prestar serviços de veiculação de publicidade compreendendo atos, programas educativos e campanhas institucionais do Poder Executivo, com vigência até o final do corrente ano. Essa contratação quem sabe foi o fechamento, pois anteriormente haviam contratado outros dois meios para tanto.
O poder tem alternância, portanto, leitores fiquem cientes de que os políticos são transitórios, levando em conta não serem vitalício no cargo que ocupam, sendo um bom exemplo o Presidente, Governador, Senador, Deputado, Prefeito e Vereador, estão na função e não são eternos, pois precisam passar pela vontade popular através do voto de confiança.
Deixe seu comentário