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Perguntas, sem respostas!...
Editorial
A informação as vezes é deixada de ser levada porque a pergunta pode não ser respondida, em certo caso, talvez maus políticos e numa desta politiqueiros, outros mais, na tentativa de se defender e até para beneficiar-se podem formar uma má imagem da imprensa e dos meios de comunicações, então faltam com a verdade ao dizer que mídia “A” ou “B” pertence a essa ou aquela sigla partidária. Basta trazer a verdade e pronto, é considerado adversário político.
A imprensa e os meios de comunicações vivem de respostas, por isto são feitas perguntas, portanto, se o caso em questão é público e notório, é meramente impossível e inacreditável não obter sequer uma resposta para levar ao conhecimento dos munícipes o acontecido.
Se a iniciativa privada é responsabilizada por algum fato, será por que aqueles detentores da caneta em certos períodos saem ilesos?
Não estamos jogando a culpa em ninguém, porém, de certa forma, acaba negado o direito à informação, sendo deixado de levar em conta a liberdade de pensamento e de expressão para que os cidadãos façam a interpretação do caso.
Quando se faz juízo precipitado da mídia, essa mesma mídia também poderá interpretar certo medo, receio e até dúvida quanto quem tem certas respostas, podendo temer por torná-las pública. Inacreditável e lamentável a situação exposta, onde nada pode e deve fazer: quem sabe bico calado seria a melhor alternativa. Não é política partidária em jogo, e sim, a questão da transparência.
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