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Polícia Comunitária ação que não saiu do papel
Polícia Comunitária
A filosofia de Polícia Comunitária visa a participação social, envolvendo todas as forças vivas da comunidade, na busca de mais segurança e nos serviços ligados ao bem comum.
A Polícia Comunitária é pertinente à Instituição Policial, envolvendo ações de policiamento ostensivo (Polícia Militar) e investigativo (Polícia Civil) e contando com a parceria da comunidade na busca de soluções criativas para as soluções de seus problemas.
PRINCÍPIOS DA POLÍCIA COMUNITÁRIA
As ações desempenhadas pelas organizações policiais para o desempenho da filosofia de Polícia Comunitária atende aos seguintes princípios:
É uma filosofia cuja base é a comunidade;
O foco recai sobre a resolução criativa dos problemas;
A polícia comunitária promove o desenvolvimento da confiança mútua;
Estabelece um raio de ação mais abrangente para o policial;
Enfatiza a participação e o envolvimento da comunidade;
Antecipa-se e não é meramente reativa;
Presta o policiamento tradicional;
Envolve todo mundo;
Personaliza o serviço policial.
Os Conselhos Comunitários de Segurança - CONSEG?s, são grupos de pessoas de uma mesma comunidade que se reúnem para discutir, analisar, planejar e acompanhar a solução de seus problemas de Segurança, assim como estreitar laços de entendimento e cooperação entre as várias lideranças locais. O Conseg é uma parceria que reúne seis grandes grupos: as organizações de polícia que atuam no local; o cidadão comum que resida, estude ou trabalhe na comunidade; as autoridades públicas dos diversos órgãos e esferas de governo; a comunidade de negócios; as organizações não-governamentais que atuam na comunidade e a mídia.
Ainda há tempo de implantar a Polícia Comunitária na tentativa de dar segurança aos munícipes capinzalenses e ourenses, consequentemente, dizer um basta à desordem.
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