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Polícia Comunitária ação que não saiu do papel

Polícia Comunitária

      No dia 22 de outubro de 2004, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa do Cidadão de Santa Catarina, através da Coordenação Estadual, Polícia Militar e Polícia Civil, realizou reunião no auditório da Unoesc visando implantar o projeto de ?Polícia Comunitária? em nosso Estado. Infelizmente, não saiu do papel e desta forma, os roubos e arrombamentos predominam nas cidades coirmãs, Capinzal e Ouro.

A filosofia de Polícia Comunitária visa a participação social, envolvendo todas as forças vivas da comunidade, na busca de mais segurança e nos serviços ligados ao bem comum.

A Polícia Comunitária é pertinente à Instituição Policial, envolvendo ações de policiamento ostensivo (Polícia Militar) e investigativo (Polícia Civil) e contando com a parceria da comunidade na busca de soluções criativas para as soluções de seus problemas.

PRINCÍPIOS DA POLÍCIA COMUNITÁRIA

As ações desempenhadas pelas organizações policiais para o desempenho da filosofia de Polícia Comunitária atende aos seguintes princípios:

É uma filosofia cuja base é a comunidade;

O foco recai sobre a resolução criativa dos problemas;

A polícia comunitária promove o desenvolvimento da confiança mútua;

Estabelece um raio de ação mais abrangente para o policial;

Enfatiza a participação e o envolvimento da comunidade;

Antecipa-se e não é meramente reativa;

Presta o policiamento tradicional;

Envolve todo mundo;

Personaliza o serviço policial.

Os Conselhos Comunitários de Segurança - CONSEG?s, são grupos de pessoas de uma mesma comunidade que se reúnem para discutir, analisar, planejar e acompanhar a solução de seus problemas de Segurança, assim como estreitar laços de entendimento e cooperação entre as várias lideranças locais. O Conseg é uma parceria que reúne seis grandes grupos: as organizações de polícia que atuam no local; o cidadão comum que resida, estude ou trabalhe na comunidade; as autoridades públicas dos diversos órgãos e esferas de governo; a comunidade de negócios; as organizações não-governamentais que atuam na comunidade e a mídia.

Ainda há tempo de implantar a Polícia Comunitária na tentativa de dar segurança aos munícipes capinzalenses e ourenses, consequentemente, dizer um basta à desordem. 

 

       

 

 

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