Em janeiro a Usina Machadinho repassou R$ 3,5 milhões a título de compensação financeira |
Preconceito social
No Brasil e em qualquer país do mundo, o maior preconceito não é racial, mas o financeiro.
Os cidadãos dão mais valor para os bens materiais, portanto, não importa o credo religioso e raça que pertença, pois o que importa é a influência do dinheiro.
É visível a concentração da pobreza nos conjuntos habitacionais espalhadas pelas cidades, onde a perspectiva de vida quase não existe. Estes praticamente sobrevivem, pois as condições de vida são desumanas, por falta de um emprego digno, salário mínimo irreal, enfim, cumprem com as obrigações e os direitos que lhes consiste está distante da triste realidade de comunidade jogadas a sorte do destino.
Com um salário mínimo de R$ 380,00 pouco dá para satisfazer as necessidades humanas, caracterizado um salário de operário. Ganhando pouco, seja ele desta ou daquela raça estará sujeito ao preconceito da vida.
Para se ter uma idéia, ganhar bem é o privilégio de poucos, enquanto a maioria acaba tendo de lutar dia e noite para poder se manter e tentar dar um futuro à família.
O povo não quer nada de graça, e sim, o cumprimento dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos descritos na Constituição de 1988. Artigo 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.
Cabe à classe política mudar a triste realidade do país, para tanto, é necessário acertar e jamais cometer equívocos, pois os cidadãos não podem ficar na condição de cobaia ao passar por testes de acertos e erros.
Temos a esperança de um Brasil melhor, basta cobrarmos ações por parte dos homens públicos.
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