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Quem paga a conta?

Programas

O Fome Zero, programa social de Combate à Fome, é um programa de distribuição de renda bancados com dinheiro da União. Segundo informa a fonte www1.folha.uol.com.br, 02/02/2003, é o resultado da avaliação dos programas sociais herdados do governo FHC.

Também sabemos da importância dos programas Bolsa-Família, de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), Luz para Todos, Brasil Alfabetizado e Educação de Jovens e Adultos, Programa Universidade ? ProUni. No entanto, são muitos os trabalhadores que não estão na faixa dos beneficiados, mas passam por dificuldades financeiras, levando em conta em vários casos o ganho financeiro ser insuficiente para manter a qualidade de vida.

Não somos contra a ajuda às famílias carentes, e sim, a indignação se refere a certos desvios de recursos que foram levantados pela imprensa e ficou calado com o passar do tempo. Sendo um mau exemplo o uso indevidos os cartões corporativos em vários casos. O objetivo era dar mais transparência e eficiência aos gastos em substituição às contas "tipo B", pelas quais o servidor recebia dinheiro e depois comprovava os gastos. O objetivo é que os cartões fossem usados para gastos emergenciais e essenciais.

Certos órgãos não-governamentais orientam para não dar esmola na rua, a quem quer que seja, incentivando os cidadãos a trabalharem e fazendo valer os auxílios programas família. Isto abre precedente também para os governos estaduais e municipais, numa desta, quem sabe, poderá caracterizar um instrumento político e consequentemente, uma fábrica de fazer votos. Enquanto isto, uns não se enquadram nos benefícios, trabalham muito e lutam para sobreviver. Exemplo, pequenos agricultores e os operários, praticamente comem o pão que o diabo amassou.

Enquanto muitos estão acomodados em receber as coisas fáceis, o agricultor paga o valor real da máquina agrícola e dos defensivos agrícolas. É bom também dar incentivos à classe trabalhadora, principalmente a operária, aos geradores de renda e trabalho formal, pois sem produção não existe equilíbrio na balança comercial, pois o povo precisa comer e ter qualidade de vida. A justificativa é que as montadoras estão produzindo mais carros e o povo está conseguindo comprar, porém, a geração de riqueza acontece no setor primário (agricultores e agroindústrias).

Navegar é preciso e necessário, porém, o primordial é evoluímos e sabermos distinguir as coisas boas das ruins, principalmente dar a mão à palmatória, quando estamos errados e jamais nos deixar levar pela demagogia politiqueira.  

  

 

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