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Rio Capinzal sem caixa

Editorial

 

É claro que devemos levar em conta a mãe natureza, a fauna e a flora, mas também é preciso deixar de sermos tão burocráticos, a ponto de quase nada poder fazer para dar melhor condição de vida para o povo, pois certas questões ambientais extrapolam limites cabíveis e aceitáveis.

No caso de nossa cidade, é preciso retirar resíduos da calha do rio Capinzal, mas para tanto, é necessário conseguir a dita autorização ambiental. Ano após ano os córregos, os quais são afluentes, levam para o rio Capinzal milhares de metros cúbicos (m³) de resíduos.

É um bem e tanto que se faça a retirada do material assoreado do rio, sendo entulhos, pois é fácil de identificar muro caído no leito do mesmo, o que diminui a vazão e escoamento das águas.

Deveria Capinzal criar a sua Agenda de Gestão, contendo metas e propostas para melhoria da gestão pública, neste caso, até poderia canalizar parte do mencionado rio, para que sirva de estacionamento para veículos, inclusive, implantar passeios públicos, quem sabe até academia ao ar livre.

O bom mesmo é aprofundar a caixa do mesmo, pois o leito está tomado por inservíveis e facilita que a água represada invada imóveis ribeirinhos.

 

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