Em janeiro a Usina Machadinho repassou R$ 3,5 milhões a título de compensação financeira |
Violência não pode ser acobertada
Democracia
Na sessão do tribunal do júri, muitos foram presenciar o que tinha a dizer o réu quanto à violência e morte de criança, sendo que de uma forma geral o pessoal saiu convicto que o crime foi cometido por ele, mesmo sendo frio em suas declarações, já que foi bem orientado.
Um policial de fora, pediu que a imprensa não fotografasse o réu de frente, tudo para prevalecer a segurança e a integridade física do acusado. Podem ter a certeza de que a imprensa não iria e nem fará algo de mal ao réu, caso ele fosse colocado em liberdade e os fatos favorecessem para tanto. Os meios de comunicação usam da imparcialidade e da veracidade do fato, portanto, se é culpado ou inocente, a sociedade deverá saber dos acontecimentos e quem são as pessoas envolvidas.
O acusado é de maior idade, então dentro da razão deveria primeiro analisar que se tratava de uma criança de apenas 12 anos de idade, que certamente tinha pais, talvez tivesse irmãos, vivia em sociedade com laços de amizade e familiares.
Depois do delito cometido quer ter seus direitos, mas deixou de levar em conta os direitos de sua vítima, vítima essa indefesa e sem malícia.
A cadeia é uma forma encontrada para pagar o crime cometido, mas num caso deste, a vida do menino não volta mais, portanto, é uma prática curativa e tardia em que a cadeia eterna é o túmulo e a prisão é passageira.
Lamentamos e ficamos entristecidos, em saber que a vítima tinha toda uma vida pela frente, tendo a vida ceifada por alguém que não teve a coragem de confessar a brutalidade cometida, mas a justiça do homem prevaleceu e hoje está detrás das grades.
Somos pela liberdade de imprensa, para podermos construir uma sociedade mais justa e ordeira, banindo de uma forma por todas autores de crimes bárbaros contra inocentes.
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