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AGRICULTORES DE PIRATUBA TÊM ÁGUA DE QUALIDADE EM CASA

CERCA DE 90 MIL METROS DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO FORAM INSTALADOS

 

 
A Secretaria de Agricultura de Piratuba inaugura na sexta-feira, dia 11, o projeto de “Redes de Distribuição de Água para o Meio Rural”. O trabalho, que foi intensificado em 2008, perfurou poços e instalou as redes sem custos para os agricultores. O ato de entrega da obra acontece na comunidade de Linha Planalto às 19h. Representantes do FUNASA já confirmaram presença.
Hoje, quase 600 famílias do interior de Piratuba contam com água encanada em casa, o que equivale a 90% da população do meio rural do município. Nove comunidades foram beneficiadas com 13 redes instaladas e cerca de 90 mil metros de canos que conectam os poços e as casas. A água de todos os poços perfurados tem a aprovação de qualidade, análises laboratoriais foram realizadas. “Isso significa qualidade de vida, a água potável é necessidade e nosso interior sempre sofreu em épocas de estiagem, agricultores ficavam sem água para uso humano e consumo dos animais”, explica o secretário de Agricultura de Piratuba, Ivo Weber. 
Quando as estiagens castigavam o interior, a prefeitura deslocava caminhões de água que percorriam as comunidades para amenizar a situação. Para o prefeito Adélio Spanholi o projeto era uma prioridade da administração municipal. “Há mais de dois anos que trabalhamos intensamente nisso e agora nossos agricultores não têm mais este problema”, destaca Spanholi. De acordo com o prefeito, a meta é chegar ao início de 2012 com 100% das famílias beneficiadas pelo projeto.
 A realidade nas propriedades rurais de Piratuba agora é outra. Para o agricultor Jorge Thomé, de Linha Planalto, o projeto significa mudança total. “Sempre tive dificuldades com água aqui, era uma bomba puxando água direto, sempre com problemas e eu precisando água pra uso em casa e também para o gado, era complicado”, relata. “Agora está resolvido, já utilizamos a nova rede há dois meses e está funcionando 100%”, comemora Thomé.
Os agricultores não tiveram custos para a implantação das redes, mas auxiliaram na instalação dos canos, com mutirão. O investimento total do projeto é R$ 700 mil. R$ 400 mil com recursos do município e R$ 300 mil da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).
 Para possíveis reparos e para custear a energia gasta pelos motores de cada poço, que levam a água até as casas, os agricultores depositam mensalmente a taxa básica de R$ 12,00, que são destinados para um fundo administrado por eles.
 
Thomé e outros agricultores agora contam com água de qualidade sempre.
 
 
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