CARNAVAL DE CAPINZAL TRANSFORMADO NUM CIRCO
LAZER E ENTRETENIMENTO DÃO LUGAR À BRIGA, COMA ALCOÓLICA E TENTATIVA DE HOMICÍDIO
As gerações passadas dos capinzalenses tiveram bons carnavais de salão, inclusive, uma edição de carnaval de rua. Lamentável presenciar no que transformou o carnaval de salão, apesar de termos um centro educacional e um ginásio de esportes com boa iluminação, os quais comportam muito bem os foliões, optaram por trazer uma estrutura de fora (tenda, palco, pipi-móvel, cercado e muito mais), consequentemente, não se sabe o quanto investiram para tanto.
Se fosse um evento realizado pelo humorista, cantor e deputado federal do estado de São Paulo, Tiririca, até que seria admissível montar um circo, com picadeiro e os cidadãos que de um modo ou de outro se transformaram em palhaços, inclusive, uns e outros, levaram perucas e até nariz de palhaço para ficarem de acordo com o local e condições oferecidas ao público.
Foi um festival de bebedeira (adolescentes e adultos), sendo que muitos deles foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros e pela casa hospitalar, já que prevalece nesse tipo de evento aderir ao consumo de bebida alcoólica, cigarro, energético, inclusive, queira ou não os entendidos até acaba entrando na folia a droga ilícita. É incrível o incentivo para praticar sexo desenfreado, incentivados por propagandas enganosas, pois “garantem” um sexo seguro se caso usar o dito preservativo, portanto, é um equivoco que gera indução que contribuiu para a falta pudor e se alto valorizar.
Quanto ao rapaz e a moça que foram surpreendidos por estarem na área de lazer, os quais ficaram desacordados devido à agressão, talvez, não fosse tentativa de roubo, e sim, o ou marginais são tarados, pois se caso o vigilante não chegasse a tempo, com certeza os jovens seriam achados dias depois nas águas do Rio do Peixe, porém, sem vida, até porque tentaram arrastá-los para a margem.
Havíamos sugerido ações na área de lazer, primeiro para substituir os eucaliptos, os quais podem com o passar do tempo ser uma ameaça para os frequentadores do local, já que as raízes das mencionadas árvores não são profundas. Também sugerimos que a iluminação pública da área de lazer não fosse desligada por volta das 22 ou 23 horas, e sim, permanecesse toda à noite e madrugada ligada. Para ser sincero, nem o vigilante e muito menos o ecônomo da cancha de bocha estão seguros na área de lazer, levando em conta nas mediações terem roubado e matado um vigilante de uma determinada empresa, depois atiraram o corpo barranco abaixo, sentido via férrea. Em certas horas do dia, da noite e da madrugada o espaço é tomado por certos desocupados, fazendo do local um ambiente para o consumo de drogas lícitas e ilícitas, portanto, é aí que mora o perigo.
Se é para realizar um carnaval desse tipo, onde as canções carnavalescas dão a vez ao racha de som (música eletrônica no mais alto volume), é melhor deixar que outros municípios com suas entidades devidamente constituídas promovam esse tipo de evento, o qual deveria dar prazer e não aborrecimento.
Acesse o site de O TEMPO – um jornal de fato e dê a sua opinião quanto ao Carnaval de Capinzal, portanto, estará contribuindo para uma reflexão e futuras ações em prol do coletivo. A seguir, algumas manifestações de cidadãos descontentes com a realização do carnaval, porém, omitimos o nome deles, no sentido de preservá-los de aborrecimentos futuros, que talvez possam sofrer devido à livre manifestação expressão.
Centro Educacional Prefeito Celso Farina e o que chamam de chiqueiro.
OPINIÕES
Concordo em fazer festa no carnaval, já participei várias vezes no passado, mas sempre dentro dos limites. O que se viu neste ano, foi um verdadeiro campeonato de som automotivo (é o que falam por aí). Moro a poucos metros de onde aconteceu o evento. Confesso que foram três dias que mal conseguia assistir televisão durante o som dos automóveis, depois só com a banda tudo bem.
Quanto ao consumo exagerado de bebidas alcoólicas, cada um deveria saber de suas consequências. O problema é que muitos acham que o mundo vai acabar no dia seguinte. Isso é muito preocupante para os pais que tem filhos adolescentes, depois de embriagados perdem o rumo, aí o estrago pode ser grande.
SEGUNDA OPINIÃO - Não podemos "chorar ao leite derramado", ou seja, o estrago infanto-juvenil neste carnaval, devemos sim ficar alerta para o próximo ano, antes que o JUIZ DA INFÂNCIA E JUVENTUDE VENHA A EXPEDIR PORTARIA PARA O CARNAVAL.
Se queremos mudar alguma coisa, desde já organizaremos dados reais que não estão de acordo para o bem infanto-juvenil, sendo argumentos fortes para a modificação, caso contrário, nem no próximo ano não poderemos preservar ou prevenir os adolescentes.
Diante de dados armazenados formaremos uma comissão com fortes argumentos.
TERCEIRA OPINIÃO INTITULADA POVO - Como fica o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), quando se trata de proteção integral e Direito ou prioridade absoluto se nos CARNAVAIS NÃO TEM NENHUMA PRESERVAÇÃO, QUANDO A VONTADE É O CONSUMO DE BEBIDA ALCÓOLICA?
No Artigo 74 do ECA "O Poder Público, através do órgão competente, regulará as diversões e espetáculos públicos, informando sobre a natureza deles, as faixas etárias a que não se recomendem, locais e horários em que sua a apresentação se mostre inadequada." (Expresso em Portaria pelo Juiz da Infância e Juventude). No Art. 81, "É proibida a venda à criança e adolescente de: II - bebidas alcoólicas;"
Pensando juntos, criança é de zero até 12 anos, de 12 a 18 anos incompletos é adolescente. A todos estes está proibida a venda ou fornecimento de bebida alcoólica... Cadê a prioridade absoluta hem?
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