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Ligeirinho

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TRÂNSITO - O problema de certos motoqueiros é que saem tarde de casa e pretendem chegar em tempo no serviço, aula e outros mais. Muitos motoqueiros são prudentes e outros imprudentes, chegando de ser agressivo no trânsito, excedendo a velocidade e fazendo ultrapassagens em locais indevidos, inclusive, pela direita. Certos motoqueiros querendo ou não, acabaram contribuindo de uma ou de outra maneira pela morte de pessoas, atropelando, também por deixar sequelas profundas. Até parece que os acidentes graves que aconteceram não servem de exemplo, talvez motivam para muita pressa e manobras radicais indo para casa, trabalho e muito mais.  

 

SEGURANÇA - Mesmo que o anel viário venha tirar certo fluxo de caminhões do centro da cidade, deve-se pensar em ação preventiva na serra, pois o transporte de carga queira ou não vai de certa maneira alguns passando da cidade alta para a cidade baixa. A quantidade de caminhões desgovernados já não se tem mais certo o número exato, sendo que a sorte se resume em danos materiais, no entanto, já foram registradas vítimas fatais e teve casos de sequelas profundas. O problema vem de longa data, desde quando o trajeto era de chão batido e prosseguiu através da pavimentação asfáltica, inclusive, permanece no sai e entra Prefeitos, Vice-prefeitos e Vereadores, porém, solução mesmo: nenhuma.   

 

ESPAÇO - O que pretende fazer para que o campus Unoesc de Capinzal não fique "engessado", comparar com os demais da citada instituição e outras concorrentes, sendo que também funciona o ensino fundamental, criaram novos cursos superior e ampliaram a edificação física? Justifique? Essa foi a resposta da Coligação vencedora no último pleito eleitoral: Está incluso no nosso Plano de Governo a parceria com a UNOESC com relação à instalação de novos cursos superiores, como também a ampliação de cursos de extensão atendendo a necessidade da comunidade. Obs: Por qual motivo não foi cedida as dependências ou não existiu interesse do Município em colocar o ensino fundamental no período matutino e vespertino no prédio da Unoesc?  

 

VALORES - A Usina Hidrelétrica Machadinho - Carlos Ermírio de Moraes repassou no mês de setembro de 2016 aproximadamente R$ 3,1 milhões a título de compensação financeira. Os valores repassados foram divididos entre o governo federal, governos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e municípios lindeiros. O Consórcio Itá repassou no mês de setembro de 2016 aproximadamente R$ 4 milhões a título de compensação financeira. A compensação financeira trata-se de um percentual que a Usina Hidrelétrica Itá repassa a esfera federal, governos estaduais e municípios, como forma de compensação pela utilização dos recursos hídricos para geração de energia elétrica. Para melhor informação e conhecimento, matérias na página nº11, desta edição. 

 

POLÍTICA - Quanto a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Capinzal, para o mandato de 2017 a 2020, o futuro governo Municipal pretende ter a maioria, já que de sua coligação elegeu apenas quatro, sendo dois do PMDB, um do PR e outro SD, já a futura oposição conseguiu eleger cinco, sendo do PP / PSD / PSDB / PSB e PPS. Antes de ser dois biênios, ficará um ano cada parlamentar, apenas abrindo mão da presidência o PPS. Os cinco Vereadores assinaram um termo de compromisso para compor a Mesa Diretora, agora resta saber se todos serão oposição ou existirá certo acerto para defender interesses da Prefeitura. Cada poder é independente, então não tem o porquê ter ou não a maioria na Câmara Municipal, e sim, deve-se levar em conta a ética do partido e da coligação, sendo a favor do povo e não do governo "A" ou "B", porém, sempre atuando como fiscais da sociedade, já que foram eleitos para legislar. 

 

IMÓVEL - Muito foi criticado a contratação de mais um jurídico para prestar serviços à Prefeitura, também foi contestado pagar aluguel da Casa do Cidadão e da extensão de uma Creche. Será que no período de 2017 a 2020 terá um só jurídico e se deixará de pagar alugueis ocupados por repartições públicas? Isto levando em conta severas críticas contra a Prefeitura ou ficará o dito pelo não dito? Só que falta voltar a terceiros um bem que foi doado pela Prefeitura e os cofres públicos pagaram aluguel do que era seu por uns dez anos, com a soma daria para construir um barracão e tanto, ainda sobraria dinheiro para outros investimentos. Então, que o futuro assessor jurídico, quem sabe, também defenda o interesse da municipalidade na permanência de tal bem.    

 

DOAÇÃO - O vereador e presidente da Câmara Municipal de Capinzal, Enio José Paggi, na terça-feira, 1º de Novembro, solicitou ao Poder Executivo que adote as medidas necessárias para a reversão, em favor do Município de imóvel doado ao Estado de Santa Catarina, para construção do Complexo Policial.  Justificativa: Caso não fosse executada as obras previstas no prazo de dois anos, uma vez que a doação se deu com este encargo. Passados mais de cinco anos, ainda não houve a reversão do imóvel ao município. Atualmente, o Poder Executivo, pretende doar outro imóvel para a mesma finalidade, o que faz por meio de Projeto de Lei Complementar. Assim deve o Município reincorporar este imóvel, já que outro será utilizado para a construção do complexo policial. Parece que está no termo de doação, caso não fosse cumprido o prazo, o bem volta a ser novamente do Municipio, sem precisar de outra formalidade. Obs: Se o Município vai doar o prédio do que seria a futura rodoviária, depois de construído o quartel da Polícia Militar, deveria o atual imóvel da PM passar a pertencer à municipalidade e não permanecer em favor do Estado.

 

ALUGUEL - Uma indicação do vereador Enio José Paggi que chama a atenção, ao solicitar ao Poder Executivo que analise a viabilidade de implantação da Secretaria Municipal de Saúde no imóvel onde hoje se encontra o Escola de Educação Jovens e Adultos (EJA), realocando esta instituição de ensino em outro imóvel. Justificativa: A doação do imóvel onde hoje está localizado o EJA foi solicitada pelo Município de Capinzal, através do Ofício, assinado pelo Prefeito. Em caso de atendimento da solicitação do Município, sugere-se a realização de estudo para analisar a viabilidade de relocação do EJA em outro local e a implantação da Secretaria Municipal de Saúde no referido imóvel, uma vez que o prédio em que está localizada hoje não pertence ao Município e a medida conteria gastos com aluguel. Obs: O posto de saúde central funcionou à Rua Dona Linda Santos, depois na esquina das ruas XV de Novembro e João Caldart, há muito tempo em dependências pertencentes a previdência social e Câmara de Vereadores. Que o futuro poder público venha a conter despesas com aluguéis, usando do que tem de imóveis.      

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