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Ligeirinho

Recado da Comunidade

O que mais se ouviu falar foi mal da Saúde, mas quem se elegeu em primeiro lugar, com larga vantagem de votos foi o ex-secretário da mencionada Secretaria, que também foi secretário do Desenvolvimento Econômico e atual Vereador. Ele obteve 967 votos, pois na sua gestão os votantes devem ter considerado uma excelente prestação de serviços na Saúde, também de secretário do Desenvolvimento Econômico e na função de Vereador. Na eleição anterior, também foi bem votado, recebendo 853 votos, ficando atrás de Coronetti com 960 votos e Gilmar Antonio da Silveira (Guinho) com 873 votos. Kelvis Borges (PP) demonstrou ser um vencedor e bom de voto, inclusive, tem excelente relacionamento com o povo.

 

Quanto a Enio José Paggi (DEM), foi ex e é atual vereador presidente da Câmara Municipal, também ex-secretário de habitação e da infraestrutura. Como Secretário de Habitação, de 1993 a 2000, participou do maior projeto habitacional da história de Capinzal, com a construção de 547 casas para famílias de baixa renda. Enio retomou o Projeto Vereador Mirim para que viessem a se interessar pela política de uma maneira séria, correta e com objetivos voltados para um povo, ainda realizou as sessões itinerantes fora da sede do Município. Elaborou projeto de redução de salário dos Vereadores e Agentes Políticos (prefeito, vice-prefeito, secretários e diretores), o qual tinha certeza que a grande maioria dos capinzalenses estavam ao meu lado e estariam ajudando neste objetivo na próxima legislatura para que fosse possível realizar essa difícil tarefa. Também fizeram uma redução das diárias dos vereadores de 37%, pois de R$ 480,00 reduziu para R$ 350,00, então comparando 2013 e 2014 com 2015 e 2016 alcançaram uma economia de 254%, ou seja, mais de R$ 158 mil que pararam de gastar com viagens, pois pretendia ainda analisar e só pagar as despesas de cada Vereador. Resultado: Na eleição passada Enio recebeu 584 votos, sendo o sétimo eleito, agora em 10º lugar com 580 votos, ficando na frente do 9º Coronetti 524 votos, ainda teve o 11º Gerson Valduga com 539 votos, ambos com maior votação, porém, ficaram de fora.

 

Valdelir Francisco de Souza / Jegue, em outras eleições ficou de suplente de vereador, na última fez 576 votos, ficando em 8º, porém, apesar de ser o parlamentar que mais fez indicações e pedidos de informação ficou em 21º com 286 votos. Ele não foi líder de bancada, mas criticava e atacava o Governo Municipal, mostrando e defendendo o PMDB, no entanto, todo seu trabalho sabe lá o motivo (...) não deu resultado nas urnas.

 

Senair Bressan que na eleição anterior recebeu 616 votos, o que lhe garantiu 6º lugar, agora ficou em 15º com 431 votos. Na eleição anterior, foi o único vereador a se reeleger, então foi candidato na atual mesa diretora da Câmara, votando para si, sendo eleito a situação ao governo municipal, apesar de ter menos vereadores, fez a maioria, assumindo a presidência Enio José Paggi. Será que o motivo de ter ficado fora foi porque parou a presidência nas mãos dos adversários ou teve algo desconhecido e decisivo para não conseguir a reeleição? Esse a exemplo de Jegue, Coronetti, Cimara e Mantovani defenderam e tentaram projetar o partido, enquanto muitos fora da Câmara só apareceram pouco antes do pleito eleitoral. Sena bateu forte na questão da prestação de contas da Expovale, inclusive, apresentou em sessão ação e cumprimento de sentença, mas o caso parece que ficou no esquecimento a exemplo da realização das demais edições, mostraram certo resultado e pronto.

 

Alcedir Afonso Coronetti que já foi suplente de vereador, foi eleito vereador na eleição anterior com 960 votos, ficando em primeiro lugar e agora reeleito de maneira apertada, ficando em 9º com 524 votos. Foi líder de bancada, dando a cara para bater, fazendo frente perante o Governo Municipal, realizando cobranças na saúde, infraestrutura, no transporte coletivo e escolar, esporte, ainda bateu muito na questão dos loteamentos, habitações e áreas de risco. Ajudou a evidenciar esforço para os recursos que iriam para outros centros viessem para Capinzal, sendo quem trouxe a informação foi O TEMPO - um jornal de fato, mas ninguém admitiu ou não era do conhecimento de muitos, então foi construído o Centro de Reabilitação. Caso não tivesse voto legenda, o 10º Enio José Paggi (DEM) com 580 votos e em 11º Gerson Valduga (PCdoB) 539 votos, um deles seria eleito e não Coronetti com 524 votos. Coronetti "infernizou" a vida da Prefeitura e conseguiu manter em evidência seu partido, porém, quase fica de fora da legislatura. O que será que deu?

 

Cimara Moreira Baú na eleição anterior alcançou a 9ª posição com 555 votos, agora fica fora da Câmara, pois chegou em 13º com 472 votos. Ela é uma vereadora que fala com calma e com conhecimento de causa, jamais se precipita ao formar opinião e em fazer suas colocações como uma das representantes dos munícipes no Poder Legislativo. É coordenadora de duas creches da cidade alta, porém, pouco fala do trabalho que presta, e sim, procurava levar o problema da sociedade, fazendo uma troca de ideia e sugerindo solução. Como profissional da área de educação, solicita direito e valorização dos professores. Era a única mulher na Câmara, porém, por pouco ficou fora do Legislativo do próximo mandato.  

 

Antonio Carlos Mantovani na eleição anterior fez 644 votos, o qual ficou em 4º lugar, desta vez chegou em 12º com 144 votos a menos, ou seja, 500 votos. Ele saiu do PT e se filiou ao PMDB, porém, apesar de ter feito importantes indicações, requerimentos e até projetos legislativos, acabou ficando de fora da próxima legislação. É claro que teve concorrentes, pois seus votos vinham daqueles que precisam dos serviços profissionais prestados pelo mesmo, o qual é atencioso e eficiente no que faz, inclusive, como Vereador vem fazendo um trabalho e tanto, consequentemente, será lembrando por muitos.

 

Carlos Adriano Zocoli no pleito eleitoral de 2012 recebeu 627 votos, lhe garantindo o 5º lugar, sendo que no ano em curso caiu uma posição, ficando em 6º, mas com maior votação, chegando a casa dos 645 votos. Este usa a imprensa, meios de comunicação, ferramentas de interação social para chegar as casas e trabalho dos capinzalenses, ainda periodicamente visita os cidadãos e presta contas de seus serviços como representante do povo no Legislativo.

 

Amarildo Pedro Fachin foi eleito vereador com 464 votos, porém, era suplente de vereador, por ter chegado em 13º lugar, assumindo a cadeira de titular do segundo com maior votação, Gilmar Antonio da Silveira (PV) 873 votos e com a ida do vereador Kelvis para a Secretaria da Saúde, Aldair Brandão (Penteado / PPS), assumiu o cargo, o qual recebeu 498 votos de confiança, garantindo-lhe a 10ª colocação. Amarildo que é do PMDB, sendo funcionário de carreira da Celesc de Capinzal, tendo uma abrangência de seis municípios, é chefe da Agência local, portanto, como tem muito trabalho e responsabilidade no que faz, não lhe interessou mais em disputar uma eleição, preferindo ficar de fora e ajudar a sociedade na prestação de serviços quanto a distribuição de energia, manutenção e outros. Amarildo deixa seu nome marcado como um Vereador imparcial e que vota nos projetos bons para o município e sua gente, pois no momento de decidir pela aprovação ou rejeição, levava em conta o todo e não apenas uma vontade.

 

Quase aconteceu a renovação na Câmara Municipal, sendo que dos nove apenas três permaneceram. Reeleitos Kelvis mais bem votado, Adriano em 6º e Coronetti na 9ª vaga, elegendo-se pela legenda. Renovação: 2º Gilmar Jr. Neguinho (55) 736 votos 5,56% - 3º Lucas Dorini (15) 715 votos 5,40% - 4º Renato (22) 673 votos 5,09 - 5º Bruno Michel Favero (77) 656 votos 4,96% - 7º Valmor Vargas (23) 629 votos 4,75% e 8º Rafael Tonial (40) 582 votos 4,40%. A considerada oposição ficou com a maioria na Câmara de Vereadores, espera-se que a presidência da Mesa Diretora não venha a ser cobiçada e comece a negociação com o futuro Governo Municipal poder ter o maior número de parlamentares de deu lado. Será que vai ter acerto do toma lá e dá cá?

 

O atual Governo Municipal não conseguiu fazer o seu sucessor (...), uns dizem que a não participação do candidato no debate resultou na votação desfavorável. Outros falaram que o sucessor comentou sobre os problemas dentro do setor de saúde e governantes podem ter não gostado da fala do sucessor. Os mais críticos, ficam com o não comprometimento de uns partidos com a coligação, o que favoreceu ao adversário, talvez somado a isto, os vereadores da situação foram mais votados, consequentemente, o sucessor, na lógica também deveria ter votação favorável. A verdade ou mentira vai aparecer quando da eleição da Mesa Diretora, se permanecer a futura considerada oposição com a maioria na Câmara, todos os partidos foram verdadeiros com a coligação, caso o Governo Municipal do próximo mandato obter maior número de vereadores de seu lado, pode ter sido feito acordo. 

 

O reconhecimento a Aguinaldo Pedro Paggi por dar a cara para "bater", o qual poderia ter sido eleito prefeito no atual mandato, pois era o nome da vez, porém, no entanto, abriu mão devido certa divisão de partidos. Desta vez foi, mas nem todos os partidos trabalharam para seu nome chegar, mesmo assim, por ser a primeira vez que corre a prefeito, demonstrou vontade e tinha um Plano de Trabalho possível de ser realizado. Seu pai, eterno Hilton Pedro Paggi construiu centenas de casas populares, ergueu o projeto desafio no loteamento Parizzotto em contrapartida seria pavimentada a estrada Capinzal, Zortéa a Campos Novos. Também construiu escolas, trouxe a Granja Avós do Chester, conseguiu a realização da Chesterfest (Festa do Chester) que depois transformaram na mais polemica de todos os tempos (Expovale) que nunca dá lucro e só prejuízo, outras ações, serviços e realizações. Que na próxima eleição Aguinaldo não venha a perder o gosto pela política e volte a colocar seu nome ao pleito, desde que analise e saiba realmente de que lado estão todos os partidos, quem sabe evitando uma traição indesejável.

 

Quanto a Nilvo Dorini, é o político de todos os tempos, sendo vereador eleito por dois mandatos, de 1993 a 1996 (então prefeito Hilton Pedro Paggi) e de 1997 a 2000 (gestão administrativa de Luiz Carlos Thomazoni), eleito prefeito pelo PMDB de 2001 a 2004 tendo com vice-prefeito Osvaldir Boareto, reeleito para 2005 a 2008 desta vez com o vice-prefeito Leonir Boaretto. Dorini fez o seu sucessor 2009 a 2012 (Leonir Boareto e Sérgio Helt), feito que o atual governo não conseguiu. Leonir Boaretto foi a reeleição tendo como vice-prefeito Nilvo Dorini, sendo derrotados por Andevir Isganzella e Wilson Luiz Farias o mandato de 2013 a 2016, sendo 7.178 votos, contra 5.884 votos. Desta vez a situação se inverteu e Nilvo Dorini com Nomeia Bonamigo Pizzamiglio alcançaram 7.640 votos (57,67%) contra Aguinaldo Pedro Paggi e Leonir Boaretto 5.607 votos (42,33%). Curiosidade: O nome que levava a coligação de Aguinaldo Paggi era "A força das novas ideias" e seu oponente Dorini "Capinzal - novos tempos", sendo a mesma de Hilton Pedro Paggi quando Paggi não conseguiu o segundo mandato tendo como vice o vereador eleito Valmor, sendo que Noemia também era candidata a prefeita e Seila a vice, vendedores Leonir e Sérgio. Quando Dorini foi Vereador, este Semanário foi registrar fotos e trazia matérias do mesmo reivindicando ações e serviços da Prefeitura (...).

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