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O TEMPO DE FATO

Manifesto de um Catarinense: Minhas Raízes Exigem Respeito!

Professor Me. Ciro José Toaldo

    Nascido e criado em Santa Catarina, aprendi desde a infância que ganhamos respeito e consideração ao valorizar pequenos atos. Ser educado com todos, nunca desperdiçar comida, respeitar os mais velhos, trabalhar com honestidade, valorizar as conquistas, dedicar-se aos estudos e rejeitar o ilícito foram os valores que me forjaram como um autêntico cidadão.

    Tenho muito orgulho deste torrão amado, apesar de não residir nele há mais de 35 anos. Quando alguém fala mal dos catarinenses, sinto como se me dessem um tapa na cara. Este foi exatamente o sentimento ao ouvir o pronunciamento do atual presidente da nossa nação em Itajaí (SC), no dia 26/06/2026. Em um evento com público baixíssimo, foi quando ele demonstrou seu ressentimento contra o estado mais conservador do Brasil. Em uma fala absurda, rotulou o povo catarinense ao mencionar Hitler e o nazismo, afirmando que no estado prevalece o racismo e uma "síndrome de grandeza" devido à riqueza local.

Se o atual presidente tem divergências com o governador ou guarda mágoa por ser sempre derrotado nas campanhas eleitorais em Santa Catarina, que ele guarde para si suas mazelas e perversidades politiqueiras. Em vez de despejar rancor, ódio e devaneios sobre os mais de 8 milhões de cidadãos que vivem em harmonia neste Estado, ele deveria respeitar o povo catarinense.

O mais lamentável nesse cenário é ver que tais ofensas e absurdos fiquem impunes perante o Poder Judiciário e o Congresso Nacional. Isso ocorre mesmo após o governador de Santa Catarina protocolar uma representação na PGR contra o atual presidente, exigindo reparação pelo crime de preconceito e pela generalização caluniosa que tentou carimbar o povo catarinense como racista.

A referência à "síndrome de grandeza" deve-se ao fato de este insano nunca ter trabalhado de verdade. Desde os movimentos grevistas no ABC paulista, durante o regime militar, ele manipula o trabalhador para inflar a própria popularidade. Essa militância virou sua eterna massa de manobra, usada com o único e exclusivo propósito de alcançar o poder a todo custo.

 Talvez falte a esse indivíduo conhecer a fundo a verdadeira índole do catarinense. Somos um povo abnegado, que encontra oportunidades e conquista respeito por onde passa, pois sabemos "vestir a camisa" diante de qualquer desafio. É assim que a confiança é conquistada e as chances de crescimento aparecem. Posso afirmar que vivi isso na pele aqui no Mato Grosso do Sul: as portas se abriram para mim justamente graças à minha determinação em trabalhar e vencer na vida.

Portanto, o atual mandatário deveria medir suas palavras e compreender que a rejeição do povo catarinense nas urnas decorre da total incompatibilidade com o seu modelo socialista. O motivo de sua ira é evidente: a certeza de que seu partido jamais governou e nunca governará o nosso estado. Contrariando as narrativas esquerdistas, Santa Catarina orgulhosamente lidera os rankings de progresso social no Brasil, ostentando uma das maiores expectativas de vida do país, índices mínimos de mortalidade infantil e níveis exemplares de alfabetização.

Atitudes como essa demonstram que passou da hora de este governante ceder o lugar a quem realmente busque unir a nação. O Brasil precisa de um novo modelo de gestão, focado no entendimento de que o assistencialismo isolado jamais trará a verdadeira prosperidade para o nosso país.

Como catarinense, sempre honrarei a minha dignidade moldada pelo trabalho e pela determinação de vencer, prestando tributo aos meus ancestrais e à nossa história.

Carrego um orgulho profundo de minhas raízes e, acima de tudo, exijo respeito!


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