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DEMOCRACIA?... “ESTACIONAMENTO ROTATIVO: OBRIGATÓRIO O USO DE CARTÃO”.

ESTACIONAMENTO ROTATIVO

 

 
Os prós e contras da implantação do estacionamento rotativo na minúscula área comercial de Capinzal.
PRÓS: Comerciantes e funcionários terão de pagar para estacionar em frente de seu comércio ou de onde trabalham; Veículos não poderão permanecer por mais de duas horas na área de estacionamento; Residências e comércios com vagas para o morador e quadro funcional, evita gastos com estacionamento; Os grandes favorecidos são as agências bancárias, casa lotérica, cartórios, auto-escolas e despachantes, confeitarias e padarias, farmácias (exceção uma vaga), lojas de calçados – confecções – cama – mesa e banho, restaurantes, lanchonetes, enfim, a maioria do comércio em geral, da mesma forma Prefeitura, Fórum, hospital, rodoviária e até as entidades representativas, devido à falta de garagem e estacionamento privativo, onde a razão maior de sua existência é quem paga a conta: cliente e cidadão a procura de produtos e serviços; veículos à venda e para sorteio que permanecem dias, semanas e meses na via pública, terão de usar cartão para usar a vaga.
CONTRAS: Ruas e passeios estreitos e esburacados presentes na zona do estacionamento rotativo; Passeios cheios de obstáculos (placas de trânsito – estacionamento rotativo, semáforos, postes de distribuição de energia elétrica, hidrantes, degraus, rampas); Falta de carga e descarga; Sobram vagas para viaturas e motos; Comércio sem garagem e sem estacionamento privativo, onde as casas residenciais foram transformadas em salas comerciais; Área comercial implantada na cidade velha, pois o centro ao longo do tempo deixou de ser planejado em termos de infraestrutura pública e também de estrutura do comércio para receber clientes; Muitas ruas com mão única e calçadão que não condizem com a realidade atual da cidade; As travessias das ruas Presidente Nereu Ramos, Dona Linda Santos, XV de Novembro, Aparício Ribeiro e Rolindo Casagrande, na maioria transformaram em mão única, o que contribui para que os veículos permaneçam circulando por maior tempo na área central da cidade (algo sem necessidade); Quem não tem garagem na residência ou no trabalho terá um grande desembolso no final do dia, da semana e do mês, pois a soma total comprometerá o ganho do assalariado, na terra do operário; Casas residenciais sem garagem, o motorista e motoqueiro terão de pagar estacionamento, ainda, a cada duas horas deverão sair do trabalho e fazer rodízio de vaga e desembolsar novamente com o cartão obrigatório rotativo, caso deixar de cumprir a obrigatoriedade, o veículo será guinchado e preso, consequentemente, os proprietários vão gastar bem mais com o transporte do serviço do guincho, multa e perda de tempo; Estão levando o estacionamento rotativo para outras quadras e parte de loteamentos que não existe a falta de vagas, apenas na minúscula área comercial é disputada mas dá para estacionar, baste querer.   
 
Tomara que o dito estacionamento rotativo apenas seja implantado onde realmente existe o problema de falta de vaga. É notório que nos altos da Rua XV de Novembro sentido ginásio de esportes, boa parte da Rua Dona Linda Santos, também da Rua Presidente Nereu Ramos, inclusive, na maioria da Rua Ernesto Hachmann, boa extensão da Rua Aparício Ribeiro, da Carmelo Zocoli e da Dr. Vilson Bordin sobram estacionamento, então não justifica uma possível pretensão de colocar zona azul numa maior abrangência. Por que será que a concessionária do estacionamento rotativo estava procurando sala comercial com estacionamento privativo?
No estacionamento rotativo é obrigatório o uso do cartão nos dias úteis (de segunda a sexta-feira) das 8h30min às 12h e das 13h30min às 18h, no sábado das 8 às 12h. Resumindo, a cobrança será feita praticamente a manhã e tarde toda. Como o cidadão desembolsa para estacionar, caso não o fizer é penalizado com o veículo guinchado, paga multa e transporte do bem, portanto, se o carro ou moto for batido - depredado ou furtado, a concessionária e a Prefeitura devem se responsabilizar pelo prejuízo causado, já que não fazem nada de graça.
A Praça Pedro Lelis da Rocha durante o dia não tem muita serventia, portanto, se quisessem mesmo solucionar a falta de vagas no trânsito, poderiam transformar o local em área de estacionamento, já que existe a possibilidade de transferir a rodoviária da cidade baixa para a cidade alta.
Parabéns pela iniciativa de tentar solucionar o problema da falta de vagas, o que possibilitará que os motoristas, motoqueiros e demais ocupantes dos veículos desembarquem na porta do comércio, porém, que a cobrança seja restrita onde a situação é difícil e que a ganância jamais suba para a cabeça, pois o contribuinte também é eleitor.         
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