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Dia de todos os Santos e Finados
Editorial
O início deste mês de novembro é marcado por duas datas que nos fazem pensar e refletir, sendo a quinta-feira (01) Dia de Todos os Santos e sexta-feira (02) Dia de Finados.
História: A Enciclopédia Católica define o Dia de Todos os Santos como uma festa em “honra a todos os santos, conhecidos e desconhecidos”. No fim do segundo século, professos cristãos começaram a honrar os que haviam sido martirizados por causa da sua fé e, achando que eles já estavam com Cristo no céu, oravam a eles para que intercedessem a seu favor. A comemoração regular começou quando, em 13 de maio de 609 ou 610 DC, o Papa Bonifácio IV dedicou o Panteão — o templo romano em honra a todos os deuses — a Maria e a todos os mártires. Markale comenta: “Os deuses romanos cederam seu lugar aos santos da religião vitoriosa.” Fonte: Wikipédia – A enciclopédia livre.
HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS
O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração. Fonte: Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicação / http://www.arquidiocese-sp.org.br
Tanto uma data quanto a outra é de se pensar e mudar nossas maneiras de agir, pois nestes dias o bom mesmo é fazer uma reflexão para que possamos melhorar nossa vida em sociedade e em respeito aos bens imateriais.
Ter uma religião é um bem necessário, mas os que não são seguidores ou frequentadores de templos religiosos podem sim, rezar e orar para o bem de si próprio e para toda a humanidade.
Levando em conta o Dia de Finados, estes não devem ser lembrados somente na data dedicada aos mesmos, pois as boas e más lembranças nos ajudam a sermos cidadãos melhores para a comunidade onde habitamos, consequentemente, possibilita um entendimento e sintonia com àqueles de fora que nos visitam.
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