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Empresário rural não é dono de sua própria propriedade

Editorial

O Novo Código Florestal brasileiro envolve ao menos três pontos polêmicos tensionados por interesses ruralistas e ambientalistas. Em primeiro lugar, os parlamentares ruralistas, hegemônicos no Congresso, vem atuando em prol de uma redução das faixas mínimas de preservação previstas pelas APPs (Áreas de Preservação Permanente). Os ruralistas também desejam obter permissão para realizar determinadas culturas em morros, o que é vedado pelas APPs. As zonas de RL (Reserva Legal) também são foco de debate, uma vez que os ruralistas pretendem favorecer uma redução das áreas de reserva. Por fim, ambientalistas questionam a Anistia para Desmatadores, que deixariam de pagar multas referentes a desmatamentos realizados após a promulgação da Lei de Crimes Ambientais (22 de julho de 2008). Fonte: Wikipédia  - a enciclopédia livre.

 

Devido a exigência do Código Florestal, praticamente nas pequenas e médias propriedades rurais a atividade agropecuária será abandonada, até porque não tem como dar prosseguimento, consequentemente, favorecerá para o êxodo rural e o inchaço das cidades. Será o dia e a vez EM que os pequenos e médios empresários rurais abandonam a produção da alimentação propriamente dita, então a cidade terá dificuldade para tomar o café da manhã, também para almoçar e jantar, já que é dificultado o trabalho no interior dos municípios, mas é permitido a construção de hidrelétrica, então caracteriza que contra o progresso não existe resistência.   

Não somos nenhum ruralista muito menos ambientalista, também não estamos na condição de parlamentar ou de governante, mas sabemos muito bem que a atividade rural vem sendo dificultada por atos burocráticos. Se tanto o governo quer mandar nas propriedades rurais, então que comprem todas elas ou venham a ressarcir do prejuízo a que estão sujeitos os empresários rurais devido a proibição, em que os agricultores de maneira informal deixam de ser os donos de suas próprias terras neste país que se diz democrático, porém, virou autoritário e capitalista não vendo a realidade das regiões e prevalece atos burocráticos e ditadores.

As condições topográficas de uma região não igual a outras no Brasil, e sim, no máximo podem ter uma semelhança. Por que os mandatários antes tiravam do Sul do país os recursos e dividiam a aplicação do montante para a nação toda e agora não querem fazer o mesmo com os royalties do pré-sal? Será que querem desenvolver ainda mais os municípios e estados maiores ou pretendem melhorar a qualidade de vida dos maiores redutos eleitorais? Se não é isto, pelo menos caracteriza falta de interesse e de ações em proveito dos menores estados, até porque existem critérios para “X” de população na liberação de certas quantias de valores, obras e serviços aos de menor porte, sendo restrições pesadas e que acabam com as pretensões de desenvolvimento e progressos de certos municípios. No caso de Capinzal e Ouro, o anel viário ainda depende da política e de sua influência, pois o número de habitantes é pequeno, ainda a Câmara Municipal é integrada por apenas nove vereadores, seja em território capinzalense ou ourense. Apesar da carga tributária exagerada, os investimentos são limitados aos pequenos centros, mas nas pesquisas apresentadas por uma rede televisa, aponta que o governo vai bem: obrigado. Estão sim tapando o sol com a peneira e direcionando os investimentos num ato politiqueiro e de certa forma mesquinho.      

 

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