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O brasileiro é escravo dos impostos
Impostos
O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) divulgou na quarta-feira (23) um estudo sobre a carga brasileira de impostos, que neste ano vai ultrapassar a marca de 40%. Segundo o levantamento, em um ano de trabalho de um cidadão brasileiro, o valor recebido entre 1º de janeiro e 26 de maio, ou em 146 dias, será destinado totalmente ao pagamento de impostos, taxas e contribuições. As informações são do G1.
De acordo com o Instituto, o contribuinte brasileiro comprometeu 36,98% de sua renda com impostos em 2003 ? o cálculo leva em conta tributos sobre rendimentos, consumo e patrimônio. Desde então, o percentual "gasto" em impostos só fez aumentar: foi de 37,81% em 2004, de 38,35% em 2005, de 39,72% em 2006 e será de 40,01% neste ano.
Com isso, o Brasil se aproxima da carga tributária cobrada por países de primeiro mundo, como Suécia (onde o trabalhador precisa trabalhar 185 dias para pagar imposto) e França (149 dias), conhecidos por oferecer serviços públicos de qualidade a seus cidadãos. Em termos de dias trabalhados para pagar imposto, o Brasil está bem à frente dos Estados Unidos (102 dias), Argentina (97 dias), Chile (92 dias) e México (91 dias).
O instituto também mostrou que o grande crescimento da carga tributária ocorreu nos últimos dez ano. Em 1997, o brasileiro precisava trabalhar 100 dias do ano para pagar impostos, valor que subiu 46% desde então. Redação Bonde (Londrina)
O pessoal se queixa do período da ditadura, porém, os preços eram controlados e os impostos foram em menor número dos praticados atualmente. Hoje, na livre democracia parece que tudo pode para tirar proveito, inclusive os agiotas dão uma de banco, porém, cobrando além do permitido.
É vergonhoso o cidadão ter que pagar taxa de iluminação pública, outro absurdo são as tarifas de energia elétrica e telefonia custando o olho da cara.
Infelizmente, quem mais sente no bolso é a classe pobre, que trabalha para pagar aluguel e luta para sobreviver.
Certos políticos fora do poder são a favor do povo, depois de eleitos passam a dar preferência aos cofres públicos, favorecendo para o aumento dos impostos em prejuízo ao cidadão.
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