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O triste adeus ao Frei Dudu
Editorial
A triste ironia do destino também leva os bons. Isto pode constatar na quarta-feira, 27 de março, pois às 21h foi marcada pelo adeus ao sempre lembrado pároco Jorge Dudu da Silva, da Paróquia São Paulo Apóstolo de Capinzal.
O passamento do Frei Dudu entristece os capinzalenses, ourenses, zorteenses e parte dos camponovenses, inclusive munícipes de outras regiões que conviveram ou apenas conheceram o religioso, pois serviu e continuará servindo de bom exemplo para todos nós simples mortais.
Uma palavra que resume a vida e passagem do Frei Dudu, é Bondade, que tem o seguinte significado: Qualidade do que ou de quem é bom, generoso, sensível ao sofrimento alheio e tendente a ajudar o próximo, ser solidário, benfeitor, magnânimo de caráter, de ação generosa e solidária.
Com a partida inesperada, a ida sem volta do Frei Dudu deixa uma lacuna e tanto nas sociedades de abrangência da Paróquia São Paulo Apóstolo, já que o mesmo conseguiu fazer algumas mudanças e fez com que muitos voltassem a seguir a religião católica, pois era acessível, compreensivo e se era para uma causa justa até quebrava regras e tabus para o bem da humanidade.
Jamais o Frei Dudu deixou de ser franco e aberto no diálogo com a sociedade, pois em seus sermões procurava mostrar a realidade da coletividade e também o verdadeiro sentido individual, dando exemplos e orientações para a uma vida melhor, pois se acreditarmos e termos fé podemos mover montanhas.
Paz e bem ao eterno Frei Dudu, ou seja, Jorge Dudu da Silva, * 26 de dezembro de 1962 e + 27 de março de 2013.
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