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Passando a limpo o cenário político

Política

      É público e notório que os maus políticos são os que melhor se dão bem na política, pois estão em constantes manobras de interesse próprio de um grupo de pessoas. Prova disto, foi o escândalo nacional de dinheiro na cueca, desvio de dinheiro público e a riqueza ilícita sem uma devida comprovação de renda. A política deveria ser coisa séria, porém, ainda temos esperança de dias melhores de um país, estados e municípios voltados a todos.

Uma luz acende no fundo do túnel, onde o Partido Cristão, num movimento nascido da indignação dos brasileiros, preocupa-se com os rumos da nossa sociedade e defende uma democracia baseada nos valores da DEMOCRACIA CRISTÃ: liberdade, justiça e solidariedade e na DECLARAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS que reconhece a paz entre as nações através da erradicação da miséria, igualdade entre os seres humanos e justiça social. Para tanto, o Partido Cristão propõe um choque ético nas instituições políticas do país e lançar novas lideranças que apresentem a CERTIDÃO NEGATIVA DE ANTECEDENTES CRIMINAIS para depurar a vida pública nacional. Ética, educação e dignidade fazem a diferença. Este é o compromisso do Partido Cristão, que também deveria ser dos demais partidos e de toda a sociedade.

Descreve o artigo do PC, o pior inimigo do nosso povo e da democracia é a corrupção e, em nosso país a forma mais freqüente são o clientelismo e a corrupção eleitoral. O projeto de lei de iniciativa Popular, a Lei 9.840, pune a compra de votos com a perda de mandato. Esta lei foi uma conquista importante na luta contra a corrupção, mas ainda há muito que se fazer para eliminá-la do cenário político brasileiro.

O bom político do século XXI deverá ter algumas características como a transparência no trato com o dinheiro público, ouvir a população e interagir com ela para propor políticas que priorizem a educação, meio-ambiente, justiça social e boa qualidade de vida.   

 A partir do momento em que o povo e os candidatos colocarem na cabeça que o voto não tem preço, tem consciência, aí sim, deixaremos para trás a politicagem e passaremos realmente a fazer política em prol da coletividade.           

 

 

 

 

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