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Editorial

O TEMPO AGRADECE A MOTIVAÇÃO RECEBIDA DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DE CAPINZAL

 

A Empresa Jornalística O Tempo Ltda iniciou as suas atividades nos municípios coirmãos, Capinzal e Ouro, na época dos prefeitos Irineu José Maestri (PMDB), homem sério e honrado, competente e sabia administrar para todos os segmentos da sociedade capinzalense, e do outro lado do Rio do Peixe estava no comando ourense Euclides Celito Riquetti (PP), atual secretário de Administração e Fazenda, com uma capacidade profissional indiscutível, sempre atencioso e eficaz naquilo que faz em prol da coletividade.
O TEMPO – um jornal de fato prestou serviços de informação nos governos municipais de Capinzal para os prefeitos Irineu José Maestri (PMDB), de Hilton Pedro Paggi (DEM), Luiz Carlos Thomazoni (PP), nestas administrações este periódico era valorizado e reconhecido, apesar de certa concorrência desleal. Com o passar do tempo veio os governos consecutivos do PMDB por 12 anos, porém, mesmo recebendo uma mixaria este Semanário não deixa de divulgar as boas realizações, no entanto, outros meios de comunicação vêm recebendo investimentos especiais e diferenciados. Um prefeito deve dar ampla divulgação de seus atos, para tanto, é bom levar em conta o que descreve a lei da formalidade, pois toda lei só entra em vigor a partir da data de sua publicação e jamais postar ou falar, portanto, talvez estejam sonegando informação.
O TEMPO – um jornal de fato em 2011 completa 22 anos de plena atividade, consequentemente, acaba recebendo certo tratamento diferenciando por parte de certos homens públicos, prova disto, é o de desvalorização pelos serviços prestados. Jornais locais e regionais são os mais abrangentes e com maior tiragem, mas os que se dizem entendidos, fazem ao contrário, investem no duvidoso e deixam no prejuízo aquele eficaz.
Quem ganhou mais de toda a imprensa e dos meios de comunicação foi um veículo da cidade de Joaçaba, recebendo nas quatro primeiras semanas de dezembro pela inserção de peça institucional a importância de R$ 5.360,00; em segundo veio quem sabe uma venda casada para o grupo: RC e A Semana com R$ 4.400,00; em seguida a emissora de Rádio Barriga Verde recebendo R$ 2.400,00 e por fim, sobrou uma migalha para O TEMPO – um jornal de fato, sendo a quantia de R$ 420,00, para este último, não valeria à pena tirar uma nota fiscal (uma só inserção em tamanho reduzido).
O TEMPO zela pela veracidade do fato, portanto, não adianta este ou aquele querer amordaçar e nem admitimos matérias dirigidas e tuteladas, prova disto, abrimos espaço para quem quiser manifestar opinião e sugerir soluções de problemas. Este Semanário sempre se colocou como porta-voz do povo, defendendo interesses da sociedade sem teto, sem água potável, sem energia elétrica, sem medicamentos, sem acesso por ruas e estradas, enfim, quem sabe desassistidos pelos órgãos governamentais e não-governamentais.
Não importa quem seja o futuro governante, se formos solicitados para defender o interesse de alguém em situação desagradável, iremos sim fazer reportagem para ser inserida nas páginas impressas e depois postada no site, pois estamos para servir e jamais para cobrir o sol com a peneira.
As importâncias anteriormente descritas, se referem a um único mês, onde O TEMPO apesar de sua grande abrangência e tiragem foi tratado com diferença, caso formos levantar os 12 meses do ano, a diferença é bem maior do que se possa imaginar. Esperamos que pelo menos a Administração Municipal venha a corrigir injustiças salariais com os funcionários públicos, pois são muitos os cargos recebendo abaixo do teto, a exemplo de operadores de máquinas leves e pesadas, professores, serviços gerais etc.  
 
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