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Ligeirinho

Recado da Comunidade - Fique por dentro

 

ü     Há certo tempo quando era permitida a caça, a pele comercializada de onça e de outros animais silvestres, tinha maior valor se estivesse intacta, sem um furo de bala ou qualquer lesão. Os índios, quem sabe por sua falta de cultura ou vem da tradição de geração usar adornos no corpo. Agora num mundo civilizado, os seres racionais até parecem animais marcados por tatuagens, Piercing, cortes – penteados e colorações que fogem a normalidade. O certo é que a marca da Besta voltou, algo descrito na passagem bíblica. O Número 666: Marca Registrada da Tribulação. A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás? A Bíblia ensina que o líder da campanha em defesa da marca da besta será o falso profeta, que está ligado à falsa religião (Ap 13.11-18). A marca deve ser algum tipo de tatuagem ou estigma, semelhante às que recebiam os soldados, escravos e devotos dos templos na época de João. Leia na integra no site de O TEMPO artigo intitulado “A marca da Besta”, de autoria de Thomas Icem, portanto, tire suas dúvidas e considerações, pois essa é uma grande informação. Fonte: http://www.chamada.com.br Postado A Marca da Besta no final desta coluna: Ligeirinho.
ü     O grande homem do governo Lula foi o vice-presidente da República, enquanto o presidente viajava pelo mundo, José de Alencar administrava a nação. Apesar da doença ter lhe tomado muito tempo, José Alencar continua demonstrando perseverança, otimismo e vontade de trabalhar em prol do coletivo. Esperamos que no novo governo apareça gente preocupada com o social e faça algo para acabar com alta carga tributária que castiga os brasileiros sem perspectiva de vida.
ü     O comércio ourense a partir de janeiro terá grande oportunidade de mostrar a sua potencialidade, porém, deve divulgar seus produtos, já que o estacionamento rotativo poderá ser uma propaganda contra os comerciantes capinzalenses. Estacionamento rotativo pode ser bom para o faturamento da Prefeitura, da empresa concessionária que cobra vaga e jamais se responsabiliza por danos e perda do bem alheio, inclusive, favorece o comércio situado numa minúscula área comercial, porém, a razão maior do comércio é quem desembolsa para ter vantagem: cliente.
ü     A saúde é uma questão de investimento e de valorização dos profissionais. Os concursos seletivos dão preferência para contratar auxiliares de enfermagem e deixam abrir vaga para técnico de enfermagem. De nada impede contratar as duas qualificações, o que não é admissível deixar de profissionalizar cada vez mais a Secretaria da Saúde.
ü      “Capinzal não pode parar – Plano de Governo da Frente Democrática Popular, liderada pelo PMDB”. No Plano 15 o desenvolver significa crescer, tornar-se maior, mais forte. Caminhar para um estágio mais avançado e eficaz. Aumentar a capacidade e as possibilidades de Capinzal e de sua gente. Significa expandir-se no plano econômico, educacional, cultural, social, político, espiritual, físico, estético e ético. O descrito induz para algo, mas na prática faz outra, sendo um exemplo a prestação de serviços de imprensa (jornal escrito) e de meios de comunicação (rádios e também jornais impressos), onde um periódico de Joaçaba levou até na quarta semana de dezembro a importância de R$ 5.360,00; em seguida veio quem sabe uma venda casada rádio e jornal (RC e A Semana) R$ 4.400,00; depois a emissora Rádio Barriga Verde com R$ 2.400,00 e por último O TEMPO – um jornal de fato com R$ 420,00. Os atos oficiais devem ser publicados, pois é isso que está descrito na formalidade e jamais informa que deve ser postado ou falado. O TEMPO há muito tempo tem pouquíssimo faturamento no governo do PMDB, ou seja, por três mandatos consecutivos, por lhe considerarem oposição, porém, os políticos passam e este periódico permanece informando em nível regional.
ü     Aumentou a produção de lixo em parte da Rua Ernesto Hachmann, nas mediações da Área de Lazer Dr. Arnaldo Favorito. O lixo é oriundo, principalmente, de descartáveis: cerveja, uísque, vinho, refrigerante, água mineral, energéticos, além, de preservativos e muito mais. O trajeto é pequeno, onde em parte predomina adesão a droga licita a céu aberto. Infelizmente, o lixo ali produzido não é algo feito por moradores da rua e nem das mediações, e sim, vem de uns beberrões e despreocupados com a sociedade e meio ambiente. Como alertar não adianta, então que a Prefeitura denomine o espaço de Praça ou Logradouro do Lixo.
ü     Além da Rua Antonio Macarini, ficamos sabendo que em várias quadras do Loteamento São Luis é visto escorpiões andando até dentro das casas habitacionais. É preciso a Unidade Sanitária orientar como combater o escorpião, a exemplo do que estamos fazendo a seguir. Regras básicas para o combate ao Escorpião. Mantenha seu quintal e jardim sempre limpos, evitando plantas de muitas folhagens; Observe com cuidado os panos de chão e as roupas úmidas antes de apanhá-las; Tenha cuidado com picadas nas mãos, quando mexer em montes de lenha, tijolos, entulhos, folhagens e buracos; Evite jogar lixo e entulhos ao redor de sua casa. O lixo é um bom ninho para escorpiões; Elimine latas velhas, cacos de telhas e outros objetos que possam acumular água. Os escorpiões têm necessidade de água; Acabe com as barata. Elas são um bom alimento para escorpiões; Faça sempre uma busca cuidadosa dentro e fora de casa; Observe com cuidado sapatos e roupas, sacudindo-os antes de calçar e vestir; Se você for picado procure imediatamente o Serviço de Saúde, comunicando-se com a Vigilância Sanitária. Tivemos como fonte: http://www.ijf.ce.gov.br 
ü     É o fim do mundo, menor de idade atear fogo em residência e depois mandar mensagem pelo celular comunicando o feito. Sinceramente, muitos jovens de hoje em dia querem mesmo é namorar, porém, estudar é coisa do passado, mas ficar atrás da Internet mesmo não sendo para pesquisa ou buscar conhecimento, não se importam quanto tempo permanecem ali, pois o interessante é o contato verbal e físico alcançado. O mundo evoluiu e o comportamento e postura das pessoas veio por terra, pois certos jovens ficaram dependentes em tudo dos mais velhos e nem fazem vontade de se virar, pois o comodismo se apoderou de muitos deles, os quais querem sombra e água fresca.
ü     Como a Prefeitura é o coração do município e de sua gente, essa deve desenvolver ações, a exemplo de construir e adequar as calçadas onde tem órgãos públicos, praças e logradouros, possibilitando a acessibilidade dos cadeirantes e de outras pessoas com algum tipo de deficiência. O poder público também deve ser o animador da sociedade, no sentido de poder contribuir para evitar assaltos, arrombamentos e incêndios criminosos, para tanto, poderia a Prefeitura comprar câmeras de monitoramento, depois incentivar que as agências bancárias e o comércio em geral façam o mesmo, no sentido de evitar vândalos e perdas. Outro incêndio também foi registrado num comércio, também sendo obra de um adolescente. Adultos não devem sequer pensar num possível relacionamento com menor de idade, sendo que nos últimos dias eles viraram incendiários em liberdade.   
ü     Nada contra e nem a favor, mas falta respeito com o dinheiro público por parte de certas autoridades. Dois poderes estiveram representados no litoral, onde foram a trabalho de qualificação profissional, no entanto, por coincidência ou não, um dos homens públicos se hospedou no mesmo hotel com uma mulher de fora de seu casamento, onde acabaram pernoitando num só apartamento. Na volta para casa, a prestadora de serviços de amor retornou num carro oficial dirigido por uma autoridade.      
ü     Vários acidentes aconteceram na localidade de Empresa Velha, interior do município de Capinzal, onde tinha uma placa indicando velocidade máxima 40 km/h, agora passaram para 80 km/h, inclusive, advertem para a fiscalização eletrônica. Se na velocidade mínima já era perigoso, agora sim que a coisa complicou ao ver placa de 80, é sinal que dá para andar mais. 
 
 
A marca da besta
Tomaz Ice
 
Dentre todos os tópicos da Bíblia, talvez a marca da besta seja o que mais tem suscitado especulações e argumentações ridículas e bombásticas. Cristãos e não-cristãos debatem o significado de seu valor numérico. Mas o que diz, realmente, o texto bíblico?
O Número 666: Marca Registrada da Tribulação?
A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás? Deus vai provar que é Ele quem tem esse direito. Pela primeira e única vez na história, as pessoas terão uma data limite para aceitarem o Evangelho. Por enquanto, todos podem aceitar ou rejeitar essa mensagem em diferentes momentos da vida; alguns o fazem na infância, outros no início da fase adulta, outros na meia-idade, e alguns até na velhice. Mas, quando vier a Tribulação, as pessoas terão que tomar essa decisão de forma imediata ou compulsória por causa da marca da besta, de modo que toda a humanidade será deliberadamente dividida em dois segmentos. O elemento polarizador será precisamente a marca da besta.
A Bíblia ensina que o líder da campanha em defesa da marca da besta será o falso profeta, que está ligado à falsa religião (Ap 13.11-18). Apocalipse 13.15 deixa claro que o ponto-chave em tudo isso é adorar "a imagem da besta". A marca da besta é simplesmente um meio de forçar as pessoas a declararem do lado de quem estão: do Anticristo ou de Jesus Cristo. Todos terão que escolher um dos lados. Será impossível manter uma posição neutra ou ficar indeciso com relação a esse assunto. A Escritura é muito clara ao afirmar que os que não aceitarem a marca serão mortos.
O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).
Toda a humanidade será forçada a escolher um dos lados: "...todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos" (Ap 13.16). O Dr. Robert Thomas comenta que essa construção retórica "abrange todas as pessoas, de todas as classes sociais, [...] ordenadas segundo sua condição financeira, [...] abrangendo todas as categorias culturais [...]. As três expressões são um recurso estilístico que traduz universalidade".[1] A Escritura é muito específica. O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).
A palavra "marca" aparece em muitas passagens da Bíblia. Por exemplo, ela é usada várias vezes em Levítico, referindo-se a um sinal que torna o indivíduo cerimonialmente impuro, e está geralmente relacionada à lepra. É interessante notar que o modo como Ezequiel 9.4 usa a idéia de "marca" é semelhante ao de Apocalipse: "E lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela". Nessa passagem, o sinal serve para preservação, assim como o sangue espalhado nas ombreiras das portas livrou os hebreus durante a passagem do anjo da morte, como relata o Livro do Êxodo. Em Ezequiel, a marca é colocada na fronte, semelhantemente à do Apocalipse. Todas as sete ocorrências da palavra "marca" ou "sinal" (gr. charagma) no Novo Testamento em grego, encontram-se no Livro do Apocalipse, e todas se referem à "marca da besta" (Ap 13.16,17; 14.9,11; 16.2; 19.20; 20.4). O Dr. Thomas explica o significado desse termo na Antigüidade:
A marca deve ser algum tipo de tatuagem ou estigma, semelhante às que recebiam os soldados, escravos e devotos dos templos na época de João. Na Ásia Menor, os seguidores das religiões pagãs tinham prazer em exibir essas tatuagens para mostrar que serviam a um determinado deus. No Egito, Ptolomeu IV Filopátor (221-203 a.C.) marcava com o desenho de uma folha de trevo os judeus que se submetiam ao cadastramento, simbolizando a servidão ao deus Dionísio (cf. 3 Macabeus 2.29). Esse significado lembra a antiga prática de usar marcas para tornar pública a fé religiosa do seu portador (cf. Isaías 44.5), e também a prática de marcar os escravos a fogo com o nome ou símbolo de seu proprietário (cf. Gl 6.17). O termo charagma ("marca") também era usado para designar as imagens ou nomes dos imperadores, cunhadas nas moedas romanas e, portanto, poderia muito bem aplicar-se ao emblema da besta colocado sobre as pessoas.[2]
Alguns se perguntam por que foi usado um termo tão específico para designar a marca do Anticristo. Essa marca parece ser uma paródia do plano de Deus, principalmente no que se refere aos 144.000 "selados" de Apocalipse 7. O selo de Deus sobre Suas testemunhas muito provavelmente é invisível e tem o propósito de protegê-las do Anticristo. Por outro lado, o Anticristo oferece proteção contra a ira de Deus – uma promessa que ele não tem condições de cumprir – e sua marca é visível e externa. Como os que receberem a marca da besta o farão voluntariamente, é de supor que as pessoas sentirão um certo orgulho de terem, em essência, a Satanás como seu dono. O Dr. Thomas afirma: "A marca será visível e identificará todos os que se sujeitarem à besta".[3]
Uma Identificação Traiçoeira
Verificação da identidade pela leitura da íris. O Anticristo fará uso da moderna tecnologia.
Além de servir como indicador visível da devoção ao Anticristo, a marca será a identificação obrigatória em qualquer transação comercial na última metade da Tribulação (Ap 13.17). Este sempre foi o sonho de todos os tiranos da história – exercer um controle tão absoluto sobre seus vassalos a ponto de decidir quem pode comprar e quem pode vender. O historiador Sir William Ramsay comenta que Domiciano, imperador romano no primeiro século, "levou a teoria da divindade Imperial ao extremo e encorajou ao máximo a ‘delação’; [...] de modo que, de uma forma ou de outra, cada habitante das províncias da Ásia precisava demonstrar sua lealdade de modo claro e visível, ou então era imediatamente denunciado e ficava impossibilitado de participar da vida social e de exercer seu ofício".[4] No futuro, o Anticristo aperfeiçoará esse sistema com o auxílio da moderna tecnologia.
Ao longo da história, muitos têm tentado marcar certos grupos de pessoas para o extermínio, mas sempre houve alguns que conseguiram achar um meio de escapar. Porém, à medida que a tecnologia avança, parece haver uma possibilidade cada vez maior de bloquear praticamente todas as saídas. Essa hipótese é reforçada pelo emprego da palavra grega dunétai – "possa" (Ap 13.17), que é usada para transmitir a idéia do que "pode" ou "não pode" ser feito. O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca. O controle da economia, ao nível individual, através da marca, encaixa-se perfeitamente no que a Bíblia diz a respeito do controle do comércio global pelo Anticristo, delineado em Apocalipse 17 e 18.
A segunda metade de Apocalipse 13.17 descreve a marca como "o nome da besta ou o número do seu nome". Isso significa que "o número do nome da besta é absolutamente equivalente ao nome, [...]. Essa equivalência indica que, como nome, ele é escrito com letras; mas, como número, é o análogo do nome escrito com algarismos".[5] O nome do Anticristo será expresso numericamente como "666".
Calculando o Número
O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca.
Nesse ponto da profecia (Ap 13.18), o apóstolo João interrompe momentaneamente a narrativa da visão profética e passa a ensinar a seus leitores a maneira correta de interpretar o que havia dito. Uma leitura do Apocalipse demonstra claramente que os maus não entenderão o significado, porque rejeitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Por outro lado, os demais que estiverem atravessando a Tribulação receberão sabedoria e entendimento para que possam discernir quem é o Anticristo e recusar a sua marca. A Bíblia deixa claro que aqueles que receberem a marca da besta não poderão ser salvos (Ap 14.9-11; 16.2; 19.20; 20.4) e passarão a eternidade no lago de fogo. O fato de João usar essa passagem crucial para transmitir sabedoria e entendimento aos crentes, com relação a um assunto de conseqüências eternas, mostra que Deus proverá o conhecimento necessário para que o Seu povo possa segui-lO fielmente.
Mas o que essa sabedoria e esse conhecimento permitem que os crentes façam? A passagem diz que podemos "calcular". Calcular o quê? Podemos calcular o número da besta.
O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o "nome" da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada.
Portanto, não há motivo para os cristãos de hoje encararem o número 666 de forma supersticiosa. Se o nosso endereço, número de telefone ou código postal incluem esse número, não precisamos ter medo de que algum poder satânico ou místico nos atingirá. Por outro lado, temos que reconhecer que muitos ocultistas e satanistas são atraídos por esse número por sua conexão com a futura manifestação do mal. Porém, o número em si não tem poderes sobrenaturais. Quando um crente acredita nisso, já caiu na armadilha da superstição. A Bíblia ensina que não há nenhum motivo para atribuir poderes místicos ao número 666.
A Carroça na Frente dos Bois
Muitos têm tentado descobrir a identidade do Anticristo através de cálculos numéricos. Isso é pura perda de tempo. A lista telefônica está cheia de nomes que poderiam ser a solução do enigma, mas a sabedoria para "calcular" o nome não é para ser aplicada agora, pois isso seria colocar a carroça adiante dos bois. Esse conhecimento é para ser usado pelos crentes durante a Tribulação.
Em 2 Tessalonicenses 2, Paulo ensina que, durante a presente era da Igreja, o Anticristo está sendo detido. Ele será "revelado somente em ocasião própria" (v.6). Ao escolher a palavra "revelado", o Espírito Santo quis indicar que a identidade do Anticristo estará oculta até a hora de sua revelação, que ocorrerá em algum momento após o Arrebatamento da Igreja. Portanto, não é possível saber quem é o Anticristo antes da "ocasião própria". O Apocalipse deixa bem claro que os crentes saberão na hora certa quem é o Anticristo.
Como apontamos acima, o Apocalipse não deixa dúvida de que durante a Tribulação todos os crentes saberão que receber a marca da besta será o mesmo que rejeitar a Cristo. Durante a Tribulação, todos os cristãos terão plena consciência disso onde quer que estejam. Nenhuma das hipóteses levantadas no passado, ou que venham a ser propostas antes da Tribulação, merece crédito.
Apocalipse 13.17-18 diz claramente que o número 666 será a marca que as pessoas terão que usar na fronte ou na mão direita. Em toda a história, ninguém jamais propôs a utilização desse número em condições semelhantes às da Tribulação, de modo que todas as hipóteses já levantadas a respeito da identidade do Anticristo podem ser descartadas.
O mais importante nessa passagem é que podemos nos alegrar em saber que a identificação do futuro falso Cristo ainda não é possível, mas o será quando ele ascender ao trono. Com certeza, aquele a quem o número 666 se aplica é alguém que pertence a uma época posterior ao período em que João viveu, pois ele deixa claro que alguém iria reconhecer esse número. Se nem a geração de João nem a seguinte foi capaz de discerni-lo, isso significa que a geração que poderá identificar o Anticristo forçosamente estava (e ainda está) no futuro. No passado, houve várias figuras políticas que tipificaram características e ações desse futuro personagem, mas nenhum dos anticristos anteriores se encaixa perfeitamente no retrato e no contexto do Anticristo do final dos tempos.[6]
A Relação entre Tecnologia e a Marca da Besta
Muitos têm feito as mais variadas hipóteses sobre a marca da besta. Alguns dizem que ela será como o código de barras utilizado para identificação universal de produtos. Outros imaginam que seja um chip implantado sob a pele, ou uma marca invisível que possa ser lida por um scanner. Contudo, essas conjeturas não estão de acordo com o que a Bíblia diz.
A marca da besta – 666 – não é a tecnologia do dinheiro virtual nem um dispositivo de biometria. A Bíblia afirma de forma precisa que ela será:
·         a marca do Anticristo, identificada com sua pessoa
·         o número 666, não uma representação
·         uma marca, como uma tatuagem
·         visível a olho nu
·         sobre a pele, e não dentro da pele
·         facilmente reconhecível, e não duvidosa
·         recebida de forma voluntária; portanto, as pessoas não serão ludibriadas para recebê-la involuntariamente
·         usada após o Arrebatamento, e não antes
·         usada na segunda metade da Tribulação
·         necessária para comprar e vender
·         recebida universalmente por todos os não-cristãos, mas rejeitada pelos cristãos
·         uma demonstração de adoração e lealdade ao Anticristo
·         promovida pelo falso profeta
·         uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.
A marca da besta é uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.
Talvez na história ou na Bíblia nenhum outro número tenha atraído tanto a atenção de cristãos e não-cristãos quanto o "666". Até mesmo os que ignoram totalmente os planos de Deus para o futuro, conforme a revelação bíblica, sabem que esse número tem um significado importante. Escritores religiosos ou seculares, cineastas, artistas e críticos de arte fazem menção, exibem ou discorrem a respeito dele. Ele tem sido usado e abusado por evangélicos e por membros de todos os credos, tendo sido objeto de muita especulação inútil. Freqüentemente, pessoas que se dedicam com sinceridade ao estudo da profecia bíblica associam esse número à tecnologia disponível em sua época, com o intuito de demonstrar a relevância de sua interpretação. Mas, fazer isso é colocar "a carroça na frente dos bois", pois a profecia e a Bíblia não ganham credibilidade ou legitimidade em função da cultura ou da tecnologia.
Conclusão
O fato da sociedade do futuro não utilizar mais o dinheiro vivo será usado pelo Anticristo. Entretanto, seja qual for o meio de troca substituto, ele não será a marca do 666. A tecnologia disponível na época da ascensão do Anticristo será aplicada com propósitos malignos. Ela será empregada, juntamente com a marca, para controlar o comércio (como afirma Apocalipse 13.17). Sendo assim, é possível que se usem implantes de chips, tecnologias de escaneamento de imagens e biometria para implementar a sociedade amonetária do Anticristo, como um meio de implantar a política que impedirá qualquer pessoa de comprar ou vender se não tiver a marca da besta. O avanço da tecnologia é mais um dos aspectos que mostram que o cenário para a ascensão do Anticristo está sendo preparado. Maranata! (Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)
1.    Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80.
2.    Thomas, Revelation 8-22, p. 181.
3.    Thomas, Revelation 8-22, p. 181.
4.    Sir William Ramsay, The Letters to the Seven Churches (New York: A. C. Armstrong & Son, 1904), p. 107.
5.    Thomas, Revelation 8-22, p. 182.
6.    Thomas, Revelation 8-22, p. 185.
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, janeiro de 2004
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