Ligeirinho
Fique por dentro
ü Um dos sócios de um comércio e seu pai, no dia seguinte da realização do evento, lá estiveram recolhendo a sujeira deixada no lado de fora do bar, sendo vários descartáveis de bebidas, copos e outros utensílios para a bebedeira. Sabe-se que a maioria dos descartáveis não foram comprados no bar, sim, foram adquiridos no comércio em geral, os quais depois de vazios foram jogados na via pública. Se alguém quer beber e fumar, é aceitável, no entanto, se bebeu e sujou, limpe e não espere que outros venham a limpar a sujeira que um terceiro produziu. Será que os porcos fazem o mesmo nas suas respectivas casas? Pois se fazerem tanta sujeira assim, só pode ser um chiqueiro.
ü Infelizmente, tem trilheiro que não sabe o seu devido lugar, pois apesar de andar sem placa ainda faz um barulho ensurdecedor com a moto passando pela via pública, onde jamais deveria transitar. No último domingo pela manhã, uma carregadeira auxiliava a colocação de adornos nos postes de sustentação da distribuição de energia elétrica, então o operador de máquina e demais pessoas deram sinal para o carro passar na pista contrário, no entanto, vinha uma moto com dois ocupantes em velocidade, então fizeram gestos obscenos para o motorista. Os motoqueiros estão irregulares e ainda querem mandar no livre trânsito.
ü Das várias matérias na última edição, de nº 1011, duas delas receberam maiores elogios, a intitulada: “Carnaval de capinzal transformado num circo - Lazer e entretenimento dão lugar à briga, coma alcoólica e tentativa de homicídio”. A outra assim intitulada: “Empresário arrojado e homem com visão de futuro contribui para expansão habitacional e participa da elaboração de leis em favor do coletivo capinzalense”. Carnaval não é guerra, nem o mundo vai acabar no outro dia para fazerem valer a extravagância das drogas lícitas e também ilícitas. Quanto ao empresário arrojado, este sim, favoreceu para que o município expandisse a habitação em outros pontos da cidade, beneficiando a população e principalmente o poder público que passou a ter retorno financeiro através de impostos. Totonho é gente que fez e continua fazendo em prol de Capinzal.
ü Sem acrescentar e nem tirar, porém, muitos se perguntam o que fez ou deixou de fazer pelo carnaval a Secretaria de Educação e a Diretoria de Carnaval. Na enquete de O Tempo – um jornal de fato foi feita a seguinte pergunta: O que achou do Carnaval de Capinzal (SC) ? Portanto, as opções eram excelente, extraordinário, magnífico, ótimo, bom, satisfatório, regular, péssimo, ruim e ridículo. A votação ficou assim: Excelente com 6 %, Bom 10 %, Péssimo 10 %, Ruim 6 % e Ridículo com 68 %. Os números comprovam o fracasso que foi o carnaval de Capinzal, porém, conseguiram segurar os capinzalenses e ourenses nos municípios coirmãos, caso os mesmos fossem aos eventos em outros centros, estariam sujeitos a acidentes no retorno para seus lares.
ü No Plano de Trabalho 15 “Acerte Capinzal” com Nilvo Dorini (prefeito) e Osvaldir Boaretto (vice-prefeito), na reeleição “Vamos caminhar juntos para uma nova vitória” com Dorini tendo como vice Leonir Boaretto e “Capinzal não pode parar” o ex vice-prefeito elegeu-se prefeito (Leonir) e o vice Sérgio Helt, são as gestões administrativas que deixaram de cumprir prioridade de governo no item habitação. Infelizmente, o PMDB nos três mandatos consecutivos deixou de auxiliar os capinzalenses na construção de casas populares de acordo com a necessidade apontada pelo Plano Municipal de Habitação de interesse social. Nem todos são iguais, podem sim ser semelhantes, portanto, no governo do PMDB do inesquecível Irineu José Maestri e de seu vice Olriche Fritesch (PDT) foram construídas 84 casas populares, já nos mandatos de Paggi e Thomazoni, totalizaram 5.498 atendimentos na habitação, quando era secretário Enio José Paggi. Também não podemos esquecer de Celso Farina, num período que enfrentou e superou a cheia do Rio do Peixe, conseguiu construir inúmeras casas populares na cidade baixa e também na cidade alta. Estes sim foram pessoas que fizeram por Capinzal, é claro, no setor a habitacional.
ü Duas ocupantes de uma motocicleta Biz, andavam bem no meio da Rua XV de Novembro, domingo à noite, dia 13, a menos de 20km/h, impedindo que outros veículos prosseguissem no livre trânsito. O condutor de um carro buzinou para que dessem lado, então a carona que também não entende de lei trânsito, mandou o motorista tomar no ..., então tiveram como resposta vocês não são donas da via pública – respeitem a legislação vigente. Novamente mandou tomar no ..., então o condutor chamou a boca suja como se fosse um animal leiteiro. Se a agressora verbal é ligeira ou não, é algo desconhecido, mas com certeza é vulgar ao estremo, devido ao linguajar de gentinha mesquinha.
ü O vereador Biazotto pediu que o Executivo informe aos cidadãos sobre as suas ações em jornal local, no sentido de organizar a administração e o município. No mês de janeiro nos foi informado que o periódico Raízes de Joaçaba talvez tenha recebido o valor de R$ 3 mil e em fevereiro aumentou para R$ 3.240,00, agora resta saber quanto a mencionada imprensa receberá em março para a divulgação da peça institucional, pois jamais O TEMPO – um jornal de fato recebeu o equivalente pelos mesmos serviços prestados, apesar de ser um Semanário local com projeção regional. Na próxima edição, iremos apurar um suposto desvio de função e se conseguirmos levantar dados, será informada a possível irregularidade, porém, estamos antecipando o que pode ser acertado o que significa dizer prejuízo para a municipalidade e de outros que estão a espera da ocupação da função.
ü Como pode, alguém foi da considerada oposição, depois transportou para um partido da situação, no entanto, não é favor da coletividade, pois dificulta direitos aos supostos adversários. Uma administração não pode e nem deve apenas trabalhar em favor dos companheiros, pois as eleições passaram, portanto, é preciso e necessário ver a todos em condições iguais, sem privilégios para uns poucos.
ü Havíamos alertado para uma reflexão, de que certos meios comunicações e também quem se faz passar por imprensa, dizem que batem recorde em cima de recorde de acesso no site, inclusive, se considerando superiores ao programa Criança Esperança e Big Brother Brasil. Na Revista Veja de 16/03/2011, tendo o título Radar – de autoria de Lauro Jardim, assim está descrito: Kaká, o preferido. Kaká superou a marca dos 3 milhões de seguidores no Twitter. É o número de um do Twitter no Brasil, seguido por Luciano Huck (2,7 milhões) e Ivete Sangalo (2,1 milhões). Isto não é um dia, e sim, levado em conta desde a criação do acesso, inclusive, levando em conta todo o país. Agora uns e outros querem obter status com propaganda enganosa, querendo fazer as pessoas acreditarem em números exorbitantes, comparar com a localidade e região que estão inseridos. Vão mentir lá longe, pois agindo desta maneira acabam subestimando a inteligência das pessoas.
ü É visível o desmando em certas administrações municipais, chegando a ponto de ser vergonhoso. Um exemplo levantou a Rede Globo no programa do Fantástico, mostrando e denunciando a Indústria da Multa, algo que rende milhões através da instalação de pardais improcedentes, no entanto, o povo continua desembolsando por possível infração de trânsito. TCE avalia contratos em cidades sobre o favorecimento em licitações e manipulação de multas. Que bom seria que o TCE e também o Ministério Público investigassem por que e como ganha a concorrência empresa concessionária para explorar o estacionamento rotativo, favorecida ou não pelo poder público. Idoneidade, tempo de serviço e experiência não são levados em conta, e sim, a desculpa é menor preço, consequentemente, o barato acaba custando caro.
ü Na edição de nº1011, havíamos alertado aos proprietários de padarias, de supermercados do gênero alimentício e demais estabelecimentos comerciais, tanto na coluna Ligeirinho quanto no editorial, para que ficassem sabendo de suas obrigações ao comercializarem o pão francês. Jamais é tolerável deixar o pão cru para dar mais peso, deve evitar vender por unidade, já que a lei estabelece em quilo, é necessário de balança precisa, inclusive, na embalagem é obrigatório constar a informação nutricional, ingredientes, nome da empresa, data e validade, tara – peso e kg, ainda o valor. Essa ação ajuda a ser honesto consigo mesmo e atende as exigências da legislação vigente. Inúmeros cidadãos confirmaram que desistiram de comprar o pão Frances por estar cru, portanto, substituíram por outros tipos. Se conseguem assar bem o pão de forma, o sovado, o bengala e tantos mais, será que desaprenderam deixar no ponto exato o pão francês ou estão usando da má fé para obter o mínimo retorno devido a ganância?
ü Carnaval é cultura, educação, entretenimento, lazer e passatempo, jamais podem confundir com racha de som automotivo (músicas eletrônicas). O carnaval deveria comportar todas as faixas etárias, caso pensassem na sociedade como um todo e não apenas nos blocos. Infelizmente, inúmeros jovens bebem demais em todos os eventos, sendo o carnaval mais uma opção para tanto. Só se a casa hospitalar não abriu as portas nas outras noites de carnaval, pois a autoridade disse que a coma alcoólica só ocorreu numa única noite. Também não podemos esquecer, segundo o descrito no Aurélio, Carnaval é sinônimo de: Confusão, trapalhada e desordem, também não é preciso alguém morrer para depois fazer algo curativo, portanto, é bem melhor uma ação preventiva.
ü O estacionamento rotativo de Capinzal será cobrado em local residencial, pois aos poucos estão transformando residências em casas comerciais, isto, na parte velha da cidade. Essa prática coloca em prejuízo os moradores, consequentemente, num primeiro momento beneficia o comércio que sequer tem uma garagem à disposição do cliente muito menos dos funcionários, inclusive, dá retorno de impostos aos cofres públicos e grana para a empresa concessionária. Pelo que se viu, não solucionaram o problema de circulação de veículos, porém, se é para cobrar zona azul, devem apenas fazer onde se resume as agências bancárias, casa lotérica, cartórios, auto-escolas e despachantes, hospital, prefeitura, fórum, entidades, pois esses não têm garagem ou estacionamento ao cliente cidadão. Nas mediações não deveriam cobrar, e se caso cobrarem, no máximo deve ser zona verde, com preço bem mais baixo. Também é bom dar tolerância de uns minutos, para embarque e desembarque de passageiros, pois se querem solucionar o problema de vagas, não é preciso prevalecer à ganância.
ü Dito e feito confirmou-se mais uma informação que passamos por tabela, realmente, o secretário voltou para a Câmara Municipal; suplente saiu do Legislativo; presidente de partido assumiu a secretaria, porém, falta saber do futuro cargo reservado na diretoria da saúde e se o recém cargo de confiança vai ser candidato na chapa majoritária: vice-prefeito.
ü Concordamos em permitir a construção de centro de eventos na Área de Lazer, desde que seja aberto nas laterais, caso tenha alguma enchente talvez não comprometa a estrutura física. Sempre fomos favoráveis que os terrenos baldios e as casas deploráveis nas margens do Rio Capinzal pudessem ser melhoradas e que fosse permitido construir habitações em imóveis vazios, até porque a área de terra no município não favorece tanto para a fúria dos rios. Deveria sim, o poder público fazer uma compensação de área de terra, fazendo justiça aos impostos pagos pelos cidadãos.
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