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O TEMPO ? um jornal de fato registra a manifestação pacífica e ordeira em Capinzal

Ato visa lutar por um Brasil melhor, sem corrupção, com reforma política e tributária, menos impostos e mais empregos.

 

As entidades representativas de Capinzal, Ouro e região (CDL, Acirp, Ampeco, Sindicadezal e outras) convidaram a todos para a manifestação pacífica que ocorreu na manhã de sábado, dia 22, a partir das 10h, em Capinzal, porém, apesar de poucos manifestantes obteve êxito. O objetivo é lutar por um Brasil sem corrupção, com reforma política e tributária, com menos impostos e mais empregos.

A concentração ocorreu na Rua Dom Vicente Gramázio, ao lado da agência do Banco do Brasil, seguindo pelas ruas centrais (Dona Linda Santos, Carmelo Zocoli, XV de Novembro e Ernesto Hachmann) e encerrando na Praça Pedro Lélis da Rocha, anexo ao Terminal Rodoviário Intermunicipal e Terminal Rodoviário do Transporte Coletivo.

Todos estavam convidados para fazer parte da manifestação pacífica, porém, dava para contar nos dedos de uma mão quantos homens públicos participaram do ato (vereadores de Capinzal: Valdelir Francisco de Souza, popular Jegue e do município de Ouro: Claudir Duarte, também conhecido por Dire e Patricia Casagrande), ainda o ex-vereador por duas legislaturas, Alduir da Silva (Binde). A sonorização da manifestação pelas ruas da cidade foi uma prestação dos serviços de Lério Bonato, inclusive, a Polícia Militar deu amplas condições para que o ato pacífico se realizasse.

CAPINZAL – Terra de povo ordeiro e hospitaleiro.

Nossa terra e nossa gente não poderia ficar de fora da mobilização nacional, portanto, foi a rua e mostrou sua boa intenção, só reivindicar sem sair da ordem e da disciplina, agindo como cidadão educado e de respeito.

Algumas frases empunhadas pelos manifestantes capinzalenses e ourenses, que nos faz refletir, são elas: 

Educação não é despesa, é investimento garantido!!

Mais amor, por favor!

Somos protagonistas de uma nova sociedade... não a corrupção... não a injustiça social... não a PEC 37 e não a imoralidade política.

Não a impunidade! Não a corrupção!

Aquele que não luta pelo futuro que quer, deve aceitar o futuro que vier!

Fora corruptos e reformas já.

Eu nasci pobre, mas não nasci otário.

Acorda Brasil, chega de corrupção.

Enfia os 20 centavos no SUS.

Na mudança de postura a gente fica mais seguro. Na mudança do presente, a gente molda o futuro.

Educação, respeito e transparência.

O povo acordou e o povo decidiu, ou para a roubalheira, ou paramos o Brasil.

O que O Brasil me pede, não é o que o Brasil me dá! Menos Roubalheira, mais educação, mais oportunidades e mais condições para uma vida melhor.

O Brasil precisa mais de educação, saúde, segurança e chega de roubalheira.

Muda! Que quando o mundo muda, o mundo muda com a gente!

O que queremos é atitude! Se quiséssemos palavras, comprávamos um dicionário!

Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele. 

 

Jornalista de O TEMPO – um jornal de fato: Aldo Azevedo

Um ato pacífico sem desordem, apenas reivindicando direitos e pedindo um basta ao desmando.

 

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